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Especial Novo bispo: Sobre a decisão de ingressar na atividade religiosa...

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Por Izabel Seehaber
Foto Reprodução/ Arquivo Pessoal

Dom Adimir recorda sobre como surgiu a ideia e o anseio de ser padre. “Foi algo que começou ainda na infância, devido a presença dos missionários franciscanos na comunidade onde residia. Fiquei admirado com o trabalho que realizavam e despertei para isso. Dizia para minha mãe que quando eu crescesse, gostaria de ser padre para viajar pelo mundo e praticar as atividades que eles também promoviam. Porém, eu era muito jovem, não tinha consciência sobre o que era ser padre. Aos poucos isso foi amadurecendo dentro de mim e no ensino médio tive vontade de ir para o seminário”.

Com 18 anos, Adimir decidiu oficialmente se organizar para ser padre. Aos 19, resolveu deixar o trabalho que desenvolvia numa escola municipal, a família e foi para o seminário. “Ingressei inicialmente na Filosofia e depois para a Teologia. Ao todo foram sete anos e após me ordenei padre. O meu pensamento era de ajudar as pessoas, de fazer coisas boas em vista do bem comum. Ao mesmo tempo, me chamava muito a atenção o silêncio, oração e a contemplação dos membros da comunidade”, relata o bispo.

Segundo ele, a reação dos familiares ao saberem da decisão foi de acolhida e questionamentos. “Minha mãe não queria muito que prosseguisse na área, mas era porque ainda não tinha muitas informações sobre a atividade. Residíamos no interior, minhas atividades da infância estiveram muito relacionadas à lavoura, à plantação de café e depois em outras culturas. Aos poucos ela entendeu e apoiou. Meus amigos também me incentivaram", disse.

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