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Blog de Rodrigo Finardi

  • Castelinho: “só se preserva aquilo que se ama. E só se ama aquilo que se conhece! ”

    Por Rodrigo Finardi
    Foto Rodrigo Finardi

    Castelinho: “só se preserva aquilo que se ama. E só se ama aquilo que se conhece! ”

    A importância do envolvimento da comunidade na ocupação do prédio histórico foi discutida em audiência pública

    No início da noite de terça-feira (16) na Câmara de Vereadores de Erechim, ocorreu importante audiência pública para colher opinião da população de como proceder o plano de ocupação do Castelinho, maior símbolo da história de Erechim. Foi apresentado o plano estratégico para a reabertura do mesmo.

    “Não se preocupem com quem não está aqui”

    Mas antes de falar sobre o que aconteceu na reunião, reproduzo uma frase dita por Vanda Krepinski Groch: “não se preocupem com que não está aqui. E sim com os que aqui vieram”. Referiu-se pela experiência de décadas que tem, que é necessária uma mudança de cultura da população sobre o que representa nossa história.

    Problema de longa data

    O secretário de Cultura, Esporte e Turismo Leandro Basso tez um rescaldo mostrando que o problema do Castelinho vem de longa data e enalteceu o trabalho árduo feita pelos profissionais da secretaria.

    O DNA de Erechim

    O vereador André Jucoski, representando o Legislativo frisou a importância do que está sendo feito: “O Castelinho tem o DNA de Erechim”.

    O que representa esse projeto

    A secretária de Assistência Social, Linir Zanella, representando o Executivo disse que o problema vem de muito tempo: “mas o que está sendo feito é para que o Castelinho retorne à comunidade”. E fez questão de frisar que este projeto só dará certo se a população entender o que isso representa.

    Herança da memória cultural

    Na sequência foi apresentado o projeto por servidores da secretaria. Uma das frases dita mostra muito bem que o Castelinho representa, já que foi construído antes da emancipação política administrativa de Erechim em 1918: “é uma herança da memória cultural dos povos imigrantes e define a identidade do município”.

    Conscientizar, participar, preservar e utilizar

    Acima de tudo é necessário conscientizar, participar, preservar e utilizar e a responsabilidade do município é de transmitir esse património e fazer com que as novas gerações conheçam e se apropriem dele como aqueles que o deixaram para a nossa geração (que na verdade não se apropriou como devia)

    Plano de Ação Estratégico

    O Plano de Ação Estratégico estabelece metas e prazos objetivando as obras de restauração e reabertura do Castelinho. As ações estão divididas em etapas: plano de ocupação, elaboração dos projetos, cadastramentos dos projetos para captação de recursos, execução da obra e por fim sua abertura.

    Conhecer os detalhes do que está sendo feito

    Antes da comunidade presente ser ouvida, a apresentação inicial foi encerrada com uma frase de Aloízio Magalhães, que serve para profunda reflexão, do que queremos para nosso símbolo maior: “só se preserva aquilo que se ama. E só se ama aquilo que se conhece! ”. E esse é o objetivo primordial do trabalho que vem sendo desenvolvido: fazer com que a comunidade conheça em detalhes tudo o que está sendo feito.

    Portas reabertas para a população

    Todas as opiniões foram colhidas pela equipe da secretaria, que agora irá fazer a compilação de tudo, para posterior apresentação do plano de ocupação do Castelinho, para que possa ter depois de longos anos, suas portas reabertas para a população.

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    AMAU e AD Alto Uruguai buscam construir saídas para manutenção da agência

    A reunião entre a AMAU e a Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai na tarde de ontem (17) mostrou um tom maduro, deixando cores partidárias do lado de fora da porta. O objetivo foi construir uma alternativa para que a AD AU permaneça de portas abertas e que possa ampliar os serviços prestados, sendo um indutor do desenvolvimento regional.

    Os presentes

    Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente da AMAU, Juliano Zuanazzi (prefeito de Marcelino Ramos) e o vice-presidente Leandro Puton (prefeito da AMAU). Já a agência, estava representada pelo presidente Eduardo Angonesi Predebom e membros das entidades representativas que fazem parte da AD.

    A provocação que deu certo

    As discussões e pontos de vista duraram em torno de uma hora e meia, e na fala de todos, a vontade de manter a Agência de Desenvolvimento funcionando. A provocação feita pela AMAU foi positiva, pois mostrou que é importante ter uma agência, mas para tanto é necessário a participação de todos que fazem parte dela, quer seja com recursos, serviços ou de outra forma.

    Programa de sustentabilidade

    Ao final da reunião, ficou definido que a AD Alto Uruguai elabore um programa de sustentabilidade, como outras necessidades podem ser supridas, e apresentar para a direção da AMAU, para posterior deliberação de todos os prefeitos.

    Apenas promessas

    Uma das falas do presidente da agência, Eduardo, relatando as dificuldades, deixou claro, por que os problemas se agravam ao longo do tempo: “visitei todos os municípios. Estive nas entidades parceiras e apenas obtive promessas e nunca consegui angariar fundos par ampliarmos nossos serviços”.

    Região conservadora e individualista

    O tom da conversa foi esclarecedor. Várias colocações deixaram sobre a mesa e povoando as mentes dos presentes, que temos uma região conversadora e individualista. E que isso impede que ações proativas desenvolvam os municípios de forma ordenada. E que esta maneira de pensar e agir, caso não seja mudada, que a mentalidade cultural evolua, teremos sérios problemas no futuro. Voltarei no assunto em outras colunas.

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    “As delegacias de nossa região não fecharão”

    Cinco prefeitos da AMAU (Barra do Rio Azul, Viadutos, Erebango, Severiano de Almeida, Áurea, Mariano Moro e Ponte Preta), mantiveram em Porto Alegre audiência com o vice-governador e secretário de Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior na terça-feira (16). Na pauta a possiblidade do fechamento de delegacias de polícia no Alto Uruguai, aumento do efetivo da Brigada Militar na área de abrangência do 13 BPM e também da polícia civil, além de outras demandas.

    O prefeito Ademir Sakrezenski (Ponte Preta), afirmou que o vice-governador foi bastante objetivo: “deixou claro que as delegacias de nossa região não fecharão”. Sobre a melhora no efetivo, Ranolfo afirmou que no segundo semestre essa situação melhora com a formação de novos policiais

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