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Especial

“A arte que te torna única”

Stéfani Ribeiro, artista plástica
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Por Taiane do Carmo
Foto Arquivo pessoal

Esta, é a frase usada pela artista plástica erechinense, Stéfani Ribeiro de 28 anos de idade, que descobriu o talento pelas artes desde cedo. Formada no curso de Design de Produto, na cidade de Erechim, com 24 anos, foi morar no estado de Ohio, localizado nos EUA, onde residiu por cerca de quatro anos.

Além de realizar trabalhos com pintura e artesanato, a artista confecciona joias artesanais de cerâmica plástica, um produto muito utilizado pelas mulheres nas cidades da Europa. “Quando estava morando lá, tinha um planejamento financeiro para um determinado período. Ao terminar meu orçamento, comecei a trabalhar com as joias utilizando a técnica de cerâmica plástica (tipo de argila com aspecto e propriedades de gel, composta de polímero e cloreto de polivinila), que é usada geralmente para aplicações comerciais, como decorações”, explica.

Durante o período em que residiu nos EUA, Stéfani se aperfeiçoou na técnica e conseguiu ter contato com diferentes artistas. “Lá, as pessoas realizam muitos workshops e eventos que tratam desta arte. A minha ideia, quando voltei para o Brasil, foi trazer essa novidade para iniciar algo novo”, conta. 

Atualmente, Stéfani produz as joias artesanais em sua própria residência. Para confeccionar as peças, ela utiliza diferentes tipos de materiais, entre eles, fio roliço, cordão de couro ecológico, utensílios pequenos, pingentes, correntes, efeitos com cores e diferentes variedades. “A cerâmica é um material bem fácil de manipular, é pos
sível criar texturas, polir, lixar e em algumas utilizo folha de prata ou ouro que deve ser colocada com utensílios pequenos, com a pinça, por exemplo, pois é delicada”, afirma.

Em casa, a artista conta com um forno para aquecer as peças e desenvolve o design das joias individualmente. “As peças são únicas, fazemos de acordo com o gosto de cada cliente, cores, desenhos, geometria, modelo, tem para todos os gostos e idades”, enfatiza. Além de gargantilhas e colares, a artista pretende investir em outras peças. “Agora que estamos encontrando o público que aprecia essa arte, pretendemos nos organizar para começar a produzir outros acessórios como brincos e conjuntos”, salienta. 

Para divulgar os produtos além de possuir uma loja virtual chamada UNA Atelier, a artista, divulga os trabalhos nas redes sociais, que carregam o mesmo nome da loja. O nome “UNA”, de acordo com ela, vem da palavra latim que significa “única”, “essa, foi a ideia principal para nomear nosso trabalho, ela resume nossa arte, cada mulher é única e merece uma peça especial, ou seja UNA, única”, diz.

Para a jovem de 28 anos, que transforma a arte em joias, desenvolver as peças não é só um trabalho, mas sim uma forma de expressão. “A arte nos dá liberdade, podemos nos expressar por meio dela. Seja em nosso estilo, identidade e vivências. Sempre me interessei muito pelo “novo”, gosto da renovação, isso meche muito com as pessoas, com a autoestima, e o que é diferente sempre te torna único”, finaliza.


 

 

 

 

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