Que energia mental estamos irradiando?
Como nos esclarecem o Benfeitores do Plano Maior, Espíritos captam nossos atos, nossos pensamentos, mesmo aqueles que ocultamos de nós mesmos; o que externamos em nossas preferências; nossa forma de interpretar acontecimentos. Nada se consegue ocultar
Por isso, pensamentos e atos de elevada moral, atrairão bons Espíritos, pois que estão na mesma faixa vibratória; o contrário também é verdade...
Então, que energia mental estamos irradiando?
Na questão 459, de O Livro dos Espíritos, os Benfeitores alertam que nossos irmãos do Mais Além influenciam sobremaneira e constantemente nossos atos e que, normalmente são eles que nos dirigem. Evidentemente, temos o livre-arbítrio, cabendo a nós, consoante nossa evolução moral, decidir qual intuição/sugestão nos será mais proveitosa.
Como distinguir um pensamento que nos são próprios dos que nos são sugeridos? (Questão 461)
É uma das perguntas que Kardec fez.
Alírio de Cerqueira Filho já mencionado, interpreta com propriedade a questão também respondida pelos Emissários do Alto, ao dizer que é irrelevante saber se o pensamento que nos vêm é nosso ou não.
O que importa saber é o teor desse pensamento, pois se é um bom pensamento, estaremos inclinados a fortalecê-lo, e com a ajuda de um Espírito Benfeitor, “ampliar o bem em nós mesmos” e a nossos semelhantes.
Eis o livre-arbítrio, porque, diz o autor acima, o mérito ou demérito das ações resultantes desse pensamento será nosso.
Origem dos bons ou maus pensamentos
O primeiro impulso, continuam os Benfeitores, pode ser bom ou mau, dependendo da natureza moral do encarnado. (Questão 463).
Fácil é identificar se o pensamento sugerido provém de um bom ou mau Espírito, dizes eles, na questão seguinte: basta observar a que resultado visa: “Os bons Espíritos só para o bem aconselham. Compete-vos discernir”.