Trabalhar no Sesc há 25 anos me permitiu acompanhar muitas transformações — na comunicação, na tecnologia e na forma como nos informamos. Ainda assim, o jornal impresso continua ocupando um lugar especial. Gosto do ritmo que ele impõe: o tempo de folhear, de ler com calma, de sentir o papel nas mãos. É um momento de pausa e reflexão em meio à correria digital.
Em tempos de fake news, o jornal impresso representa credibilidade. Ele passa por apuração, revisão, responsabilidade. Cada linha publicada carrega o compromisso com a verdade, e isso é algo que não pode se perder.
Nessas duas décadas, o jornal evoluiu — tornou-se mais visual, mais leve e mais conectado às pessoas. Mas o que permanece é sua essência: informar com profundidade e construir memória. O impresso é mais do que notícia. É história viva.