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Região

Em pauta na AMAU a falta de servidores do IGP

O Instituto Geral de Perícias está com edital aberto para contratação de profissionais, mas até a nomeação são necessários em torno de 18 meses

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Coordenador Regional do IGP, Ricardo Tello
O presidente da AMAU e prefeito de Marcelino Ramos, Delfim
Por Assessoria
Foto Divulgação

A Associação dos Municípios do Alto Uruguai (AMAU), realizou a quinta-feira, 27, Assembleia Geral Ordinária na Villa Trentin em Erechim, em que foram tratados assuntos relevantes para a região.

O presidente da AMAU e prefeito de Marcelino Ramos, Delfim, na abertura da assembleia fez questão de reforçar a união da associação nos últimos anos, o que vem garantindo recursos e obras de infraestrutura paro os municípios.

Na primeira pauta do dia, o Coordenador Regional do IGP, Ricardo Tello, fez uma explanação dos serviços prestados e a situação que se encontra Erechim, que tem falta de profissionais, principalmente médicos legistas. Para ele, Erechim tem condições de ter mais autonomia perante o Estado, pelo que representa: “a defasagem de pessoal ocorre em todas as regiões e o Estado lançou um edital para contratações de profissionais em várias áreas do IGP. Mas não foi possível regionalizar o concurso. Mas até a homologação dos nomes deve levar em torno de 1,5 ano e queremos resolver a falta de efetivo em Erechim a médio prazo”, relatou o coordenador.

Os prefeitos presentes fizeram algumas considerações, já que o problema não é de hoje, e solicitaram contratação emergencial de profissionais. De acordo com o Coordenador Regional do IGP, mesmo com contratação emergencial, é preciso lançar um edital e isso demora em torno de um ano: “mas levarei a demanda para nossa diretora-geral”, fazendo uma mea-culpa por falta de servidores.

O presidente da AMAU, Delfim, relembrou que a associação sempre foi parceira do IGP, tanto é que em 2023, quando se mudou para o novo endereço cada município da AMAU colaborou com R$ 1 mil, totalizando R$ 32 mil, e a prefeitura de Erechim, é quem paga aluguel e custos da sala, além do Consepro, que paga alguns funcionários na unidade de Erechim, para agilizar os esforços, na confecção de carteira de identidades.

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