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Marcelino Ramos: “encaramos de frente o problema”

Município assume manutenção da ERS 491, que estava abandonada, sem condições de trafegabilidade e as mudanças já são efetivas. Objetivo é melhorar os 17 quilômetros da rodovia

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“Vamos lutar incansavelmente, até que se consiga a resolução definitiva para esta estrada, que é o a
Projeto de pavimentação deve chegar a R$ 20 milhões
Por Ígor Dalla Rosa Müller
Foto Divulgação

A rodovia ERS 491 que liga Marcelino Ramos a BR 153 está em péssimo estado de conservação, sem nenhuma condição de trafego. A situação se arrasta há anos devido à falta de manutenção e abandono por parte do DAER, responsável por essa via. Por falta de um mínimo de manutenção e conservação, ao longo dos anos, o mato e a vegetação tomaram conta da via, reduzindo o espaço destinado aos veículos.

Abandono total

O prefeito de Marcelino Ramos, Vannei Maffissoni, afirma que a vegetação tomou conta da rodovia. “Está dentro do leito da estrada, não é nem faixa de domínio, mas dentro da rodovia. E isso só mostra o tempo que ela está abandonada. Tem locais que não tem cinco metros de largura de estrada. Agora, há pouco, tive que parar o carro para o outro passar, porque não tinha condições dos dois passaram”, explica.  

Segundo a administração municipal, em 2016, se avançou no sonho da pavimentação, isso porque no sentido cidade - BR 153 foram feitos 5 quilômetros de asfalto chegando até o Arroio Teixeira Soares, onde estão duas importantes pontes. Mas de lá para cá, a luta continua para asfaltar o restante do trecho de cerca de 17 quilômetros.

Recursos próprios

No entanto, apesar das limitações de orçamento, a administração municipal de Marcelino Ramos, assumiu a manutenção da estrada, com recursos próprios. Importante dizer e ressaltar, rodovia que é responsabilidade do DAER. As obras iniciaram no mês de abril, as máquinas entraram em operação e estão trabalhando intensamente, já sendo visíveis e perceptíveis as mudanças para quem trafega no local, nos primeiros quilômetros, onde o serviço já foi executado.  

Formato original

Conforme a administração municipal, o objetivo é deixar a pista de rolamento com até 12 metros de largura, onde for possível, como era o leito da estrada quando ela foi aberta para ser pavimentada. Para que o trânsito flua da melhor maneira possível, e que a rodovia fique pronta e em melhores condições para receber no futuro a pavimentação asfáltica.  

Sem medir esforços

O prefeito Vannei ressalta que a administração não está medindo esforços para atender esta demanda, sabendo da importância da estrada para o município. “Encaramos de frente o problema, fomos no DAER, buscamos autorização, firmamos o convênio, nada mais que uma autorização, porque todos os recursos são do município de Marcelino Ramos”, afirma. E, acrescenta, “temos tranquilidade, transparência e legalidade, de poder fazer esse trabalho, com recursos do município”.

Vannei enfatiza que se fosse esperar pelo Estado a situação da estrada continuaria caótica. “Iríamos continuar com a estrada virada numa picada, como está hoje, sem condições de trafegabilidade. Encaramos os problemas de frente, já que essa estrada está em Marcelino Ramos”, disse.  

O vice-prefeito, Claudemir Schneider, observa que a ideia é fazer as melhorias desde o Arroio Teixeira Soares até a BR 153.

Asfaltamento 

O prefeito tem mantido contatos frequentes em Brasília visando buscar apoio para o projeto de pavimentação, que deve chegar a R$ 20 milhões. Um sonho antigo que a atual administração vai continuar trabalhando para se efetivar. “Vamos lutar incansavelmente, até que se consiga a resolução definitiva para esta estrada, que é o asfaltamento dela. Queremos ver Marcelino ligada a BR 153, ao distrito de Coronel Teixeira, ao desenvolvimento e ao progresso”, disse. 

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