Como estamos vivendo?
Enquanto as pessoas aceleram, sem direções definidas, uma certa confusão ronda a capacidade de reflexão.
Nesse entrevero, surgem inúmeros donos de verdades que, com seus superpoderes, selecionam e afastam quem ousa manifestar “diferentes pensares”.
Numa sociedade com contextos atribulados, onde a sensatez tira férias constantes, carecemos de uma boa dose de lucidez para que sejamos agraciados com a brisa da leveza de espírito.
A partir do momento em que nos tornamos observadores do cotidiano, entendemos e aceitamos que ainda há chance, ainda é possível acreditar.
Nas caminhadas pelas ruas e avenidas da existência, encontramos bondade, honestidade, transparência e vontade de fazer o bem.
Quem bem “olha e escuta” consegue sentir o perfume do respeito às diferenças.
Que possamos, um dia, sentir orgulho desse relembrar!
Paz e bem, em diferentes tempos também!