Contribuição da medicina e esforço próprio
Onde podemos encontrar uma sinalização de como agir?
Se o medo é resultante de um desequilíbrio psíquico, como a Síndrome do Pânico, por exemplo, deve-se procurar tratamento clínico, seja na área psicológica ou psiquiátrica.
Tais profissionais, quando exercem com dedicação e seriedade seu mister, são intuídos para a descoberta do caminho da cura ou para amenizar as dores.
Contudo, a mudança de comportamento, de pensar e encarar a vida, são igualmente, fatores importantes nesse processo de restabelecimento do equilíbrio.
Essa a parte que cabe a cada um.
Contribuição do espiritismo
Joanna de Ângelis enfatiza que os conflitos e aflições pelos quais nos deparamos são desafios que devem ser superados, pois são resquícios de experiências anteriores malsucedidas e que a cada existência temos a oportunidade para corrigi-las.
Desajustes como esse, poderão trazer sérias consequências, inclusive o suicídio.
Para aquele que acredita nas vidas sucessivas, suporta a reencarnação com coragem e resignação, e terá como recompensa o sentimento do débito quitado, do dever cumprido, da vitória sobre seus traumas.
Aquele que “...por seu temor abandona a jornada terá que superar o próprio fracasso e refazer a caminhada”.
A morte é apenas do corpo físico; o espírito é imortal.
Espíritos de suicidas vem dizer de seu arrependimento, do seu sofrimento ao constatar que de nada adiantou interromperem a existência terrena.
Além de não se livrarem de seus traumas e revoltas diante das vicissitudes, deixam órfãos, os chamados “sobreviventes do suicídio”. São eles: filhos, cônjuge, pais, irmãos a sofrerem a sua ausência. Dessa forma, acabam agravando seus débitos, os quais, deverão ser corrigidos em novas existências.