Numa tarde de inverno, com um sol leve (sem vontade de aquecer), conversávamos num pequeno grupo sobre um assunto bem em voga: a ausência de gratidão nas relações do cotidiano.
Conversa daqui, contraponto de lá, e algum tempo até chegarmos a algo em comum.
A ingratidão pode-se dizer que é uma dor silenciosa, quase invisível. Um fenômeno incrível, que gera gritos sem dó.
Para a Psicologia, a falta de gratidão tem vistas multifacetadas, e isso a torna incomensurável.
Como medir a dor do não reconhecimento?
Isso não é simples, e acontece quase todos os dias do nosso cotidiano em nosso trabalho, com familiares, amigos, companheiros.
Falta de compreensão, de respostas, incógnitas vão se acumulando.
Nesse ínterim, a decepção e a insatisfação encontram resiliência em nosso coração.
Talvez por dificuldades emocionais, por orgulho, ou por pensar que agradecimento seja apenas para os fracos.
A ingratidão é capaz de imprimir em nossa alma imagens negativas, capazes de nos atormentar.
Agradecimento, gratidão, custa quase nada, mas tem valores incomensuráveis!
Reconhecimento. Paz e bem!