Analisando as emoções
Admitir que a temos
Ainda de Kalf Kiran, extraímos mais um ensinamento: o caminho para combater a inveja inicia em admitir que ela está em nós.
Admitir que não somos iguais
Identificar sua origem e compreender que não somos iguais, exercitando o respeito e a fraternidade.
“Se aqui estamos é para o sucesso de empreendimentos encarnatórios. O Insucesso decorre dos desvios de conduta e do apego à vida material.”
Admitir a influência de espíritos inferiores
Sofremos constantemente a influência dos Espíritos; os inferiores se comprazem em nos induzir a esse sentimento, por quererem que “...os outros experimentem o que eles próprios experimentam”.
“Invejais os gozos dos que vos parecem os felizes do mundo. Sabeis, porventura, o que lhes está reservado?”
Isto é: vemos a “felicidade” estampada nos outros, mas não sabemos o que se passa em seu íntimo e em sua vida pessoal, familiar, profissional.
Na leitura da resposta à questão 465 de O Livro dos Espíritos, compreendemos o assédio que sofremos vindo dos espíritos imperfeitos, que nos induzem ao mal: isso, respondem os Benfeitores a Kardec, não diminui os sofrimentos desses espíritos, mas o fazem (assédio) por inveja, “por não poderem suportar que haja seres felizes”.
Lembremos também, da resposta à questão 459 de O Livro dos Espíritos sobre a influência oculta dos Espíritos em nossos pensamentos e atos, quando os Benfeitores do Plano Maior nos esclarecerem que eles influenciam muitos mais do que imaginamos, a tal ponto que são eles, normalmente, que dirigem nosso proceder. Contudo, como detentores do livre-arbítrio é de nossa responsabilidade atentar para uma ou outra decisão, consoante nossa formação moral.