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Escola Estadual de Paulo Bento homenageia patrono Raul Barbosa no desfile Cívico

Os alunos, professores e funcionários prestaram suas homenagens com faixas e fotografias

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Por Ascom
Foto Divulgação

No último 7 de setembro, durante o desfile Cívico do município de Paulo Bento, a Escola Estadual de Ensino Médio Cel. Raul Barbosa, realizou em sua caminhada uma homenagem ao patrono da escola, Raul Barbosa. Com faixas e fotografias, os 135 estudantes, 4 funcionários e 15 professores lembraram da história e da fundação da escola, além da biografia do patrono. Em seu pelotão, participaram as netas do patrono, Valquíria Barbosa da Cruz e Joice Barbosa Tebaldi.

A escola existe há 82 anos, sua fundação foi por meio do Decreto 10 de 20 de janeiro de 1940. O nome da Escola foi em homenagem ao Sr Raul Barbosa, onde teve influências comunitárias, juntamente com outras pessoas que queriam o progresso e o desenvolvimento. Atualmente atende anos finais do ensino fundamental e ensino médio. A direção da Escola está a cargo da Diretora Cristiane Avozani e vice diretora Cleci Pavan.

Raul Barbosa

O Coronel Raul Barbosa nasceu em 23/02/1887 e faleceu em 11/11/1966. Durante sua trajetória deixou muitos legados para a comunidade paulobentense, residiu no município desde os 26 anos de idade. Exerceu o cargo de sub-prefeito e sub-delegado onde permaneceu até 1950, quando se retirou para desfrutar da aposentadoria.

Enquanto administrador, uma das suas primeiras preocupações foi o ensino, tendo cedido sua própria casa para instalação provisória do professor Valério Zavadzki e de sua família. Também fez a doação do terreno e do material para construção do prédio onde foi instalada a Aula Especial de Paulo Bento.

Coronel Raul Barbosa foi reconhecido como primeira autoridade do ensino como sub-inspetor do ensino, onde procurou dar o máximo de si no serviço de instruir e colocar professores para a população que crescia.

Coronel Raul Barbosa costumava dizer que pelo aluno conhecia-se o professor. A lei para Ele era um dever que devia ser sempre mantida, a qualquer custo. A Pátria era sua religião que precisava ser mantida e respeitada, mesmo que fosse com a própria vida.

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