Programa executado pelo Daer recuperará 170,7 quilômetros de rodovias na região Nordeste
O Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias da Região de Erechim (Crema Erechim) - executado pelo Governo do Estado e a Secretaria dos Transportes através do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) - completou dois meses de obras e está avançando na região Nordeste do Estado. Nesta semana, o trabalho de restauração está concentrado na ERS-126 e ERS-343. Ao todo, 170,7 quilômetros de rodovias serão contemplados, o que irá reestabelecer as condições de trafegabilidade aos usuários. O investimento nas obras é de R$ 78 milhões - recurso proveniente de financiamento do Banco Mundial (Bird).
Segundo o secretário dos Transportes Pedro Westphalen, o programa garantirá maior durabilidade aos trechos previstos em contrato. "Essas rodovias serão completamente renovadas, não apenas quanto às condições do pavimento, como também à drenagem e à sinalização", destaca. "É o resultado de um esforço em conjunto e da determinação do Daer em viabilizar os programas de recuperação de estradas em mais regiões do estado."
Na ERS-126, o trabalho é do entroncamento da BRS-285 (Lagoa Vermelha) a Sananduva (início da travessia municipal). No local, ocorre a restauração e limpeza de valetas revestidas e não revestidas. Já na ERS-343, há restauração e roçada do entroncamento da BRS-470 (Barracão) ao entroncamento da ERS-477 (São José do Ouro). Na mesma rodovia, do entroncamento da ERS-477 (Cacique Doble) ao entroncamento da ERS-126 (Sananduva), acontece roçada mecânica e manual
Nas demais rodovias, estão sendo executados serviços de roçada e manutenção asfáltica. Uma das estradas que passou recentemente por roçada foi a ERS-478, entre Maximiliano de Almeida e a Barragem de Machadinho.
“Os usuários devem trafegar com cuidado devido à presença de operários ao longo do trecho”, recomenda o superintendente regional do Daer em Erechim, Elmo Roque Bortolotto Junior. Ele acrescenta que a programação pode sofrer alterações conforme as condições climáticas.
O contrato para as obras tem duração de cinco anos. Nos dois primeiros, a empresa contratada executa a recuperação das rodovias previstas no programa. Nos três últimos anos, a construtora fica responsável pela manutenção constante dos trechos.