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Região

Estado homologa situação de emergência de Aratiba

Com a homologação pelo governo do Estado, o município passa a ter acesso a uma série de benefícios relativos à ajuda humanitária, adequação em dotações orçamentárias nas contratações de serviços terceirizados para amenização dos efeitos da estiagem

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Divulgação/PM Aratiba
Por Da Redação [email protected]
Foto Divulgação/PM Aratiba

Foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), nesta sexta-feira (7), a portaria nº 31, que reconhece situação de emergência no município de Aratiba, em decorrência de estiagem.

O prefeito, Gilberto Luiz Hendges, que havia assinado o Decreto Municipal em 28 de dezembro de 2021, recebeu com satisfação a decisão informada pelo Governo do Estado. “O sentimento é de dever cumprido nas obrigações do município, através da Secretaria da Agricultura, Emater/Ascar e Defesa Civil”, afirmou o prefeito Gilberto.

A estiagem continua castigando fortemente o Estado do Rio Grande do Sul, e falta de chuva só aumentam o prejuízo e a angústia dos produtores. A cada dia que passa, a situação agrava.

Com a homologação pelo governo do Estado, o município passa a ter acesso a uma série de benefícios relativos à ajuda humanitária, adequação em dotações orçamentárias nas contratações de serviços terceirizados para amenização dos efeitos da estiagem, entre outras situações.

Conforme o Decreto Municipal, o levantamento técnico em parceria com a Emater aponta perdas superiores a R$ 60 milhões na agricultura. De acordo com o secretário de Agricultura, Joarez Miechuanski, são transportadas em média 160 mil litros de água por dia para consumo animal e outros cerca de 65 mil litros para atender a demanda de consumo humano.

Nas lavouras, as maiores perdas estão no setor de milho grão com cerca de R$ 25 milhões (70%), milho silagem com mais de R$ 19 milhões (60%), soja com mais de R$ 4,9 milhões (30%), bovinocultura de leite com cerca de R$ 3,6 milhões (50%) e citricultura com R$ 3,1 milhões (40%) em prejuízos.

Setores como gado de corte e olericultura, com 60% cada, também registram perdas significativas. As autoridades aguardam ainda para calcular os impactos também na safrinha de feijão.

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