14°C
Erechim,RS
Previsão completa
0°C
Erechim,RS
Previsão completa

Publicidade

Opinião

Por quê o tratamento precoce contra o covid não ‘colou’ no Brasil?

teste
Giovani Cherini
Por Giovani Cherini
Foto Rodrigo Finardi

“Aos primeiros sintomas procure um médico e inicie o tratamento precoce”. Essa máxima começou a ser endossada por mim, muito antes do mês de agosto, quando vários médicos procuraram o presidente Bolsonaro para defender o tratamento precoce contra a Covid-19, como forma de melhorar as chances de cura da doença e evitar inúmeras mortes. Amparado na opinião desses notáveis e honrados profissionais da saúde, em estudos técnicos e científicos, dirigi-me ao Prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan, para que ele assumisse o tratamento precoce contra a COVID-19, como forma de salvar vidas e evitar o fechamento do comércio.

Depois, levei a proposta ao Ministro da Saúde, que manifestou o seu apoio imediato. Posteriormente, passei a dar entrevistas em vários veículos de comunicação e a me manifestar com mais contundência nas redes sociais, nas quais passei a ser censurado por defender à vida, sendo retiradas as minhas postagens. Não parei por aí.

Falei com vários prefeitos, sempre sugerindo-lhes adotar o tratamento precoce contra o COVID, até mesmo porque muitos colegas deles já tinham adotado, com sucesso, em algumas cidades brasileiras. Hospitais privados e planos de saúde já vinham, e ainda vêm, ministrando o chamado “kit covid” para tratamento da doença, embora estivessem sofrendo severas críticas dos chamados notáveis em saúde que, em coro, faziam ecoar a ideia de que, sem eficácia comprovada, os remédios podem causar efeitos colaterais graves aos pacientes.

Por último, acompanhado por médicos que também defendem o tratamento contra o COVID, me reuni com o Governador Eduardo Leite para sugerir a ele a adoção do tratamento precoce contra a doença, no RS.

A partir destas informações, o ministro Pazuello, com o apoio do Presidente, não somente reconheceu a importância do tratamento precoce contra o COVID, mas também passou essa orientação a todos os Hospitais Públicos.

Infelizmente, as instituições hospitalares públicas, com raras exceções seguiram a orientação do Ministério da Saúde. A pergunta que fica é porque tanta resistência ao tratamento precoce contra o COVID-19?

Para os médicos que defendem o tratamento precoce, e já são milhares no Brasil, os pacientes acolhidos desde os primeiros sintomas têm a evolução da doença acompanhada sistematicamente, sendo cada uma de suas fases tratada o mais precocemente possível.

Ou seja, faz-se necessário atacar o vírus já na fase inicial da doença, usando remédios simples, como a hidroxicloroquina, a azitromicina, a vermectina, anitta, vitamina D, zinco, entre outros. Será que o brasileiro não pode ter esse direito? Para minha alegria muitos médicos indicam o TPCOVID e não se tem notícia que isso tenha matado alguém. Além do tratamento precoce ao COVID, defendo que pessoas sejam orientadas ao AUTOCUIDADO – aumentar a imunidade com dicas simples como pegar sol, beber água, dormir bem, alimentar-se adequadamente e fazer uso de produtos e práticas integrativas eficazes contra o COVID e outras doenças graves como o câncer.

Há cerca de duas semanas, meu reuni com o presidente Jair Bolsonaro para solicitar que o Governo autorize imediatamente estudos de viabilidade para a utilização de algumas Práticas Integrativas, do Dióxido de Cloro e do Ozônio, sendo que estes já são utilizados, largamente, por dezenas de países do mundo, devido a eficácia do tratamento.

Enquanto isso, medo, agitação, mais doenças, isolamento, desemprego e o desejo de ser salvo pela vacina, que sequer foi autorizada, são as inquietudes que tomam conta de quase todos os cidadãos.

É bom lembrar que doenças como câncer, aids, hepatite C, por exemplo, ainda não têm vacina, mas têm remédios. Ouso dizer que a COVID-19 tem remédio e é barato. Já sobre a vacina, muitas questões ainda restam nebulosas.

O bom é que tudo se revela com o tempo. A história dessa doença será reescrita em breve e veremos quem tinha razão.

 

Deputado federal e especialista em saúde pública

 

Publicidade

Blog dos Colunistas