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Estado

CPI das Próteses e Medicamentos

A CPI das Próteses e Medicamentos, presidida pelo deputado Missionário Volnei (PR) ouviu os depoimentos de representantes do Instituto de Previdência do Estado (IPE) e da Procuradoria-geral do Estado, acerca do tema que envolve a chamada “máfia das próteses”.

Foto: Marcos Eifler – ALRS
Por Marcos Eifler – ALRS

CPI ouve explanações do Ipergs e da PGE

A CPI das Próteses e Medicamentos, presidida pelo deputado Missionário Volnei (PR) ouviu os depoimentos de representantes do Instituto de Previdência do Estado (IPE) e da Procuradoria-geral do Estado, acerca do tema que envolve a chamada “máfia das próteses”.

Pelo Ipergs, seu diretor-presidente, José Alfredo Pezzi Parode, discorreu sobre o histórico e funcionamento da instituição, enquanto o Diretor de Saúde, Alexandre Guimarães Escobar, fez uma explanação acerca da judicialização da Saúde, destacando o número de processos judiciais e gastos do Instituto com órteses, próteses e materiais especiais, além de medicamentos nos últimos cinco anos, conforme levantamento solicitado pela CPI. 

Alexandre Escobar falou ainda das providências tomadas pelo Instituto, em razão de possíveis fraudes nesta área, como a criação de um departamento jurídico interno, junto à Diretoria de Saúde. Ele repassou à CPI os nomes de dois médicos credenciados para cirurgias de coluna e de dois hospitais da Capital que tiveram suas credenciais suspensas pelo IPE por suspeitas de procedimentos irregulares.

PGE
Os representantes da Procuradoria-geral do Estado, Lourenço Orlandini, dirigente da Equipe de Saúde da Procuradoria do Domínio Público Estadual – PDPE, e de Fabrícia Boscaini, da PDPE-Secretaria da Saúde explicaram sobre os trabalhos que vem realizando desde 2014.

CPI 
A CPI da Assembleia gaúcha foi instalada para investigar crimes e irregularidades em procedimentos médicos relacionados a cirurgias para colocação de próteses no Estado, como ocorreu, em nível federal, com as CPIs da Câmara de Deputados e do Senado. Entre os principais pontos que estão analisados pelos deputados gaúchos - principalmente através de depoimentos de médicos, supostas vítimas, acusados, empresas do setor e planos de saúde - estão os que se referem a superfaturamento de cirurgias realizadas por liminar judicial para colocação de próteses e o consequente rombo que a “máfia das próteses” causou aos planos de saúde e aos cofres públicos, além de prejuízos aos pacientes.

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