Nas capelas
onde não decifrei
meus porquês...
Partidas
onde sorria lento
com os defeitos da esperança.
Entre o vasto
céu das pétalas
também
o meu espinho...
A inquietude dos dedos
que buscam no vento
o lugar
do impossível amor.
Aquela mão
que não mais acende
a luz da sala.
E nenhum perfume
inicia o violino.