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Expressão Plural

Mas, onde estão os ETs?

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Por Carlos Silveira – Jornalista e Historiador
Foto Arquivo pessoal

2026, ano em que finalmente o governo dos Estados Unidos resolveu abrir as portas secretas com relação as aparições dos discos voadores, que muitos nem discos são, e seus tripulantes, os extraterrestres.

            Pelo que se divulga com relação a antigos relatórios, pouca coisa veio à tona depois de décadas de aparições, ou milênios como apontam alguns autores que ligam “espécies” vindas de outros planetas na construção de grandes obras como as Pirâmides do Egito, Muralhas da China, pirâmides que foram construídas em solo Maia ou Inca e outras tantas obras. 

            Mas, até onde se sabe realmente de fatos que venham à público e que são verdadeiros? Sou ávido do assunto desde a infância quando adquiri o livro Projeto Livro Azul, que ainda tenho, pois guardo com o cuidado de uma joia, principalmente a edição de 1976, além dos Eram os Deuses Astronautas e Triângulo das Bermudas.

            Sempre acompanhei revistas ligada ao tema como assisti tudo o que a série de Carl Sagan tinha para oferecer em uma infância cheia de perguntas a fazer com relação aos homenzinhos verdes ou cinzas, tanto faz, já que até hoje, mesmo tendo olhado infinitamente para o céu, não tive o prazer de ter um contato, muito menos ser abduzido, que era meu sonho de tempos outrora.

            Bem diferente do Alien do Oitavo passageiro, ou dos predadores do filme que leva o mesmo nome, ou lagartos reptilianos que muitos sonham que são os extraterrestres, o tema é fascinante, instigante. É quase como a formação do Big Bang que deu origem ao universo e a nossa casa chamada Terra.

            Desde a abertura de arquivos “secretos”, como no caso de 1948 quando uma nave teria caído no Arizona com tripulantes e encaminhada à Área 51, muito tem sido veiculado nas redes sociais. Naves de várias formas, tripulantes de várias espécies e uma infinidade de teorias, seja da conspiração ou não. Mas a criatividade é muito grande.

            Mas, até onde podemos centrar nosso foco com relação aos nossos possíveis visitantes? Muitos filmes os colocam como amigos, a exemplo do Et e outros “fofinhos” que a mídia foi colocando no ar, e outros, nem tanto, como maus e terríveis, como o próprio Alien ou em Guerra dos Mundos. Realmente este é um universo inquietante.

            E, se voltamos nosso foco para “Interestelar”, 2001 uma Odisseia no Espaço, Contatos Imediatos e outros tantos que já vimos nas telas do cinema e televisão. Quais seriam, na verdade, aqueles que gostaríamos de manter contato. Seria como conviver com Godzila, o monstro herói japonês que faz parte da cultura milenar daquele povo?

            E a semelhança a Deus, como ficaria a questão ética do ser humano. Afinal, somos como as baratas do “Distrito 9”, lagarto igual do “Inimigo meu”, ou sabe lá quantas espécies iguais aos “Homens de Preto”. O que somos afinal dentro de um universo como o nosso? Somos o que somos, aqui e acolá. Inteligentes, pois se chegam até nós, é porque sabem usar a tecnologia de ponta, e neste caso, bem mais que nós, pois a distância é bem maior do que entre a terra e a lua.

            Sou cético em dizer, não estamos sozinhos e nunca estivemos. Tirando os delírios cinematográficos e de ficção em livros e revistas, já está mais do que na hora de sabermos, definitivamente, se estão, ou quem está entre nós. Muitos morrem sem mesmo ter visto um simples vagalume, outros, porém, tiveram a sorte de ver mais o que deviam, e os arquivos estão aí, basta abrir o livro todo e esperar uma mudança radical na humanidade. O problema maior está numa palavra só, o medo do desconhecido.

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