A possibilidade de mudança do acordo da Câmara de Vereadores de Erechim, que já prevê o partido que indica o presidente de 2025 a 2028, exigirá muita articulação, principalmente do vereador Emerson Schelski (PSDB), licenciado que está na titularidade da secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo.
A engrenagem
Por que requer essa habilidade? Schelski afirma que quer ser presidente do Legislativo no último ano, e anteciparia sua saída da secretaria em três meses, no final de 2027, para participar da eleição da mesa diretora.
O que prevê o acordo atual
Acontece que o acordo prevê o MDB nesse ano (2025), o PSDB em 2026, o União Brasil em 2027 e no último ano em aberto, mas com o ingresso do Progressistas no governo Polis e Flávio, ao natural, pode ser ofertado a presidência à sigla.
Desejo legítimo e as variáveis
O desejo de Schelski, que aliás, é legítimo, esbarra em uma série de variáveis.
1ª) A primeira é que vereadores do seu partido, também estão de olho na presidência, mas no ano que vem, quando ele não estiver na Câmara.
2ª) É necessário poder de convencimento nos demais partidos da base aliada, que somam 14 vereadores.
3º) Os demais partidos precisam aceitar que seja o Progressistas no ano que vem. E essa é a questão que precisa ser resolvida antes de qualquer questão.
4ª) Na negociação já existente para os quatro anos, o acordo da mesa diretora, prevê de quem são os cargos a cada eleição.