A sessão ordinária da Câmara de Vereadores, desta terça-feira, 15, como publiquei ontem, iria votar 13 projetos de criação de gratificação de serviços (GSs) em várias secretarias municipais.
Votações apertadas e três projetos não aprovados
Dos 13 projetos, três não foram aprovados: uma para Educação e Obras Públicas, outro para a Administração e um terceiro para a Fazenda. E os dez que foram aprovados tiveram eleição apertada. Sete deles, foi necessário o voto de minerva do presidente Fifo Parenti, já que a votação empatou em 8 a 8. E três deles, que tiveram a maior folga a votação foi 9 a 7.
Período de conversa com dirigentes partidários
Com vereadores da base do governo votando contrário, denota um novo comportamento de alguns. Talvez seja uma insatisfação momentânea. Respostas quando as sessões retornarem em 5 de agosto. E esse período será de muita conversa entre os dirigentes partidários que fazem parte do governo.
Muitos partidos e o dia a dia da gestão
Já escrevi em outras oportunidades, que uma grande quantidade de partidos é excelente para ganhar uma eleição, mas difícil de gerir no dia a dia de uma gestão. E esse resultado do Legislativo é uma prova disso.
O bônus e o ônus
E qual o desdobramento dos votos dos vereadores da base? Já que muitos deles têm cargos no Executivo? Um membro do governo me disse que muitos só querem o bônus de ser governo e não o ônus. Com as eleições gerais do ano que vem, alguns movimentos tendem a serem diferentes a partir de agora, onde o trato político, muda e muito. E sempre com os olhos voltados para 2028. E os vereadores de oposição, vibram.