O banco da praça que alguém
deixou sem terminar de dizer
espere...
O passo que faltou para a montanha
tremular a bandeira...
O sentimento onde se deixa
a fantasia
trazer um componente de claridade.
O esquecimento que retorna
sem um pouco mais de fim
ao lenço que ainda
espera em frente à casa.
Um homem e seu impossível espelho.
A melodia que se espera
ao ingentil
desmoronamento em lágrimas.
O violino deixado ao lado
do buquê de flores e,
os dias procurados
de quando dançávamos nos lábios.
E o solitário instante
em que agora decifro
na rosa
um possível nosso nome escrito.