Na coluna de ontem, 7, escrevi sobre a possibilidade de Erechim ter uma lei sobre os novos projetos habitacionais, serem obrigados fazer a coleta da água da chuva, em função dos problemas hídricos que o município enfrenta. E desta maneira não usar água tratada, que serve para o consumo para lavar calçadas e regar jardins.
Como foi
No ano de 2019, quando a vereadora Sandra Picoli (PCdoB), estava em seu primeiro mandato na Câmara de Vereadores, apresentou um projeto que previa a obrigatoriedade de instalação de um sistema de captação e reuso da água da chuva em todas as edificações com cobertura de telhado acima de 300 metros quadrados. A medida seria essencial para a liberação do Habite-se, por parte do Executivo erechinense.
Alternativas para a escassez de água
Na justificativa do projeto a vereadora reforçou que a água potável disponível no planeta está se tornando cada vez mais escassa e o crescimento populacional é um grande fator para o aumento de consumo da água, sendo necessário buscar alternativas.
Não avançou
A ideia foi apresentada ainda em 2018. Mas em entrevista ao Jornal Bom Dia na época, a vereadora disse: “Naquele momento, a equipe do executivo me chamou e disse que não era possível viabilizar o projeto pois não estaria contemplado no Plano Diretor. Diante disso, encaminhei como um projeto sugestão, o qual previa que todas as edificações com cobertura de telhado acima de 300 metros quadrados, deveria contar com um sistema de captação”, destacou. Porém, após isso o projeto sofreu vetos e acabou não incluído no Plano Diretor e não virou lei.