Mesmo sendo a continuidade do prefeito Paulo Polis (MDB) e Flávio Tirello (PSDB), frente à prefeitura de Erechim, trata-se de um novo governo, com novos partidos fazendo parte, e principalmente recomposição de forças políticas em nomes, de acordo com o desempenho nas urnas.
Novos protagonistas
Desta forma, é normal que se tenha uma transição do terceiro para o quarto mandato, com novos protagonistas também dando às cartas, na nova composição, principalmente do 1º e 2º escalões. São 12 secretarias municipais (além dos adjuntos), mais a direção da Fundação Hospitalar Santa Terezinha, presidência da AGER, diretorias e coordenações.
O maior espaço no governo
O MDB que teve seis vereadores eleitos e também o prefeito, por questões óbvias, terá o maior espaço no governo, e pode ainda ter o primeiro presidente da Câmara de Vereadores de Erechim em 2025 (o acordo para os quatro anos está sendo delineado). Pelo menos um nome deve assumir secretaria, desta forma, puxando o primeiro suplente Serginho, para mais um mandato. Edgar Marmentini segue na secretaria de Gestão e Governança.
Espaço similar
O PSDB, do vice-prefeito Flávio Tirello, manteve os mesmos três vereadores. Não deve ter uma ampliação de espaço muito grande. O vereador mais votado Emerson Schelski deve permanecer na Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O suplente Wallace Soares, que é presidente dos Tucanos, também deve ter espaço no primeiro escalão.
Espaço conquistado nas urnas
O União Brasil, que fez dois vereadores, terá espaço no governo, e um deles que se cogita é a secretaria de Planejamento com Jackson Arpini. Mas deve ter outros nomes no primeiro escalão.
Espaços de rádio e TV deve garantir espaços
Outro partido, o PSD, que mesmo não tendo colocados nomes ao Legislativo, apoiou Polis e Flávio, inclusive com um dos maiores espaços de rádio e TV. Deve ampliar sua participação no governo, que tem como presidente Cláudio Pagliosa.
Definição até final de novembro
Partidos que apoiaram o governo, e não tiveram representatividade no Legislativo, também terão espaço, porém proporcional ao desempenho nas urnas. Em recente entrevista para a TV Bom Dia, e repercutida na coluna Pente Fino, o prefeito Paulo Polis, afirmou que até fim de novembro, quer ter definido todos os nomes para compor o governo a partir de 1º de janeiro. Todos os atuais CCs devem entregar os cargos até o fim do ano, para a nomeação dos novos.
Algumas secretarias, como Obras Públicas e Saúde, bem como a presidência da AGER, são bastante disputadas. Alguns nomes já aparecem como opção, mas ainda não está definido quem ocupará a titularidade. Um deles, é fora da política, e pode surpreender