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Cooperalfa aliada a três gerações em propriedade rural

A família Sobieray faz parte dos 22.874 associados da Alfa

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Por Assessoria
Foto ASCOM

 Nas mãos, fotos. Na memória, muitas recordações e histórias para contar. Ao chegar na propriedade da família Sobieray, no interior de Guatambu/SC, o ambiente é leve e a cordialidade, o respeito e a união, são notáveis. Airton e a esposa junto ao filho Davi, transparecem a alegria e a essência de valores preconizados na Cooperalfa.

 

 Davi é a terceira geração da família associada e carrega muito mais que lembranças do avô e o conhecimento compartilhado pelo pai, mas a missão de continuar a trajetória que alia o esforço à realização pessoal e profissional. 

 

Alfa como aliada

 A família Sobieray faz parte dos 22.874 associados da Alfa. Eles têm na cooperativa, muito mais que uma instituição para seus negócios, mas sim, uma aliada na gestão da propriedade. “A relação com a Cooperalfa teve início com uma história muito bonita na associação do pai, Casemiro.

 Ele também morava próximo da sede da Alfa. Uma proximidade expandida para o campo pessoal, sendo que ele foi amigo do ex-presidente, Aury Bodanese. Um elo criado ainda no passado e que permanece forte até hoje”, destaca Airton ao mencionar que a confiabilidade é o que levou a família a se tornar associada da Alfa.

 “Com o passar dos anos, percebemos uma grande evolução da Alfa, em todos os setores e regiões. Crescemos com a cooperativa e ela se transformou nosso porto seguro, seja na compra de insumos, comercialização dos produtos, assistência técnica, enfim, em tudo que realizamos na propriedade. Sabemos que tudo que vendemos, iremos receber”.

 

 Além de grãos, a família trabalha com ovinocultura e, mesmo sendo uma atividade que a Alfa não acompanha diretamente, a participação acontece por meio dos insumos para produção da ração animal, que é feita na propriedade, e ainda, na aquisição de medicamentos, vacinas, entre outros itens. Isso tudo envolve desde a etapa inicial até a engorda dos animais. 

 A rotina, do amanhecer ao anoitecer, envolve pai, mãe e filho, sempre unidos nas decisões. “Minha esposa é o alicerce que temos em nossa casa. É muito amor, o ponto-chave”, declara Airton ao citar que incentiva ela a participar de atividades, como o Programa Alfa Mulher. “É uma maneira de mostrar como o mundo é grande e com inúmeras possibilidades. Um espaço para troca de ideias, ampliação de horizontes, para levar mais conhecimento para a família e todos evoluírem juntos”.

 

Tranquilidade e aprendizado

 Se para Davi, as lembranças são mais recentes, na memória do pai, Airton, passa um filme. O associado não escondeu a emoção ao falar do pai, quem considera ter sido seu melhor amigo. “Hoje, mesmo com a ausência dele, me sinto forte e seguro diante do legado que deixou. “Entre os ensinamentos, a importância de ser honesto, cuidar do que se tem, inovar e manter a organização”.

 Agora ele busca passar tudo para Davi. “Compartilho tudo, inclusive essa segurança na cooperativa, com meu companheiro, o meu filho”. 

 Davi, recorda que cresceu na lida do campo, ainda com o avô. “Comecei ajudar desde muito cedo, acompanhava o serviço e criei um apreço pelo campo, onde estou até hoje. O que mais gosto é a tranquilidade. Temos as rotinas, mas há flexibilidade, com mais sossego no trabalho diário. Da mesma forma, aprendo muito com o pai, especialmente sobre organização, afeto, continuidade, planejamento”, afirma. 

 A decisão de se tornar associado, conforme Davi, foi tomada antes mesmo de se tornar maior de idade. “Quando completei 18 anos, fui até a Alfa e concretizei o sonho para seguir ao lado do pai na organização das atividades e com o suporte da cooperativa. Recebemos um apoio essencial, com análise das lavouras, o que favorece todas as decisões e o manejo, com orientações mais precisas sobre qual medicamento ou produto utilizar”, comenta o jovem que também procura participar de palestras para garantir mais conhecimento e aplicar dentro da propriedade. Tudo com foco em resultados cada vez melhores. 

 Quando a missão é deixar um recado aos pais, o jovem não contém a emoção e diz: “Podem ficar tranquilos, vou dar continuidade a essa linda trajetória que começou com o vô, seguiu com meu pai e pretendo tocar os trabalhos e melhorar cada vez mais”.

 

Força feminina 

 Na mediação dos diálogos, transmitindo coragem, carinho e atenção especial, está Andrea, mãe de Davi. Aos 49 anos de idade, ela reconheceu uma força que nem imaginava existir no enfrentamento de um problema de saúde do filho. “Quando ele tinha sete dias de vida, descobrimos que o Davi tinha um estreitamento da veia aorta.

 Com dois anos e quatro meses, passou por cirurgia em Florianópolis. Era um procedimento delicado e ele venceu. É o nosso milagre, uma bênção. Deus quis que seguíssemos juntos, unidos”, contou ao mencionar que Davi sempre quis acompanhar o pai e criou amor pela profissão no meio rural. “Ele tem uma maturidade muito grande, é um filho maravilhoso, amigo e também possui poder de decisão. Sentamo-nos, avaliamos e optamos pelo que consideramos mais assertivo. O diálogo e a transparência são imprescindíveis e fortalecem a nossa união. Se por vezes, há divergências, conversamos e com muito respeito, tudo fica bem”, acrescenta Andrea.

 

 

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