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Primavera Cultural do São José descobre novos talentos

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Primavera Cultural do Colégio São José aconteceu na noite de 26 de setembro
Primavera Cultural do Colégio São José aconteceu na noite de 26 de setembro
Primavera Cultural do Colégio São José aconteceu na noite de 26 de setembro
Por Marcelo V. Chinazzo
Foto Marcelo V. Chinazzo

A 11ª edição do evento foi organizada pelas turmas dos primeiros e segundos anos do Ensino Médio

Neste ano, o tema da 11ª Primavera Cultural foi “O Brado do Povo – A arte de ser verde e amarelo”. A noite contou com muito teatro, dança e música, fazendo da quinta-feira, dia 26 de setembro, um momento inesquecível.

O Diretor do Colégio São José, Leocir Oldra, abriu o espetáculo que aconteceu no ginásio da escola, enaltecendo o trabalho dos alunos, que se organizaram desde fevereiro para montar essa importante exibição.

“A Primavera Cultural desperta nos nossos estudantes o trabalho em equipe. Ele faz com que cada um possa saber conviver com as diferenças, ouvir e saber ouvir, compreender, sofrer decepções. Isso é importante para a caminhada profissional e pessoal de cada um”.

É um projeto que trabalha a organização, história, cultura, arte, oratória e descobre muitos talentos até então escondidos. E que acrescenta e contribui na caminhada, na formação, seja pessoal ou profissional, de cada um dos estudantes.

História

A Primavera Cultural teve a sua primeira edição no ano de 2014 no Colégio São José e, de lá para cá, vem evoluindo e conquistando cada vez mais os alunos, demonstrando seus comprometimentos, senso de organização e de equipe, além de aflorar talentos.

Escolha do tema

Essa escolha é feita pelas turmas do segundo ano, sempre pensando em uma crítica diferente com um tema de relevância para o cenário atual.

“Nós estávamos pensando em fazer alguma coisa relacionada ao Brasil. E aí surgiram várias opções de temas”, conta Maria Angélica Zanette Piccinin.

Neste ano “O Brado do Povo – A arte de ser verde e amarelo”, fala sobre as manifestações artísticas durante a história do Brasil como uma forma de expressão. Foi abordado a poesia durante todos os séculos, a música, o teatro e a dança.

Organização

O evento é totalmente organizado pelos alunos dos segundos anos que são os responsáveis e pelos primeiros anos que são os auxiliares. Alguns alunos dos terceiros anos também colaboraram.

A iniciativa da escola é de extrema relevância, dando uma base de empreendedorismo para os alunos, propiciando experiências do mundo real além dos muros da escola.

No início do ano, os estudantes são divididos em grupos. Alguns cuidam da parte financeira, outros ficam responsável pelo marketing e há quem faça os roteiros e que esquematiza como tudo vai acontecer. Com o roteiro pronto, os alunos começam a pensar na estrutura, montar cenários, coreografias, teatro e banda.

“E eu acho que isso é muito legal, porque muitas vezes a gente descobre talentos que a gente nem sabia que a gente tinha”, pontua Clarice Nunes Schneider.

Fora todo o aprendizado que será levado para a vida profissional e pessoal, as alunas destacam a interação e amizade com as pessoas como o ponto mais importante de todo processo organizando a Primavera Cultural.

“Pra mim, eu acho que o mais importante são as amizades. Ano passado foi meu primeiro ano na Primavera e eu criei amizades, que foram muito importantes pra mim e estão durando até hoje. E eu acho que pra nós foi bem importante”, frisa Maria Angélica.

“Para mim também essa questão da interação com pessoas diferentes e de poder aprender tanta coisa num ambiente que ele não é exatamente a sala de aula. Tem coisas que a gente aprende com a primavera que a gente não aprende dentro da sala de aula e que eu acho que são coisas muito importantes pra gente exatamente levar pra vida’, complementa Clarice.
 

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