Gravando em três…dois…um… Clack! E se a vida fosse um filme, uma série ou uma novela? E se a cada erro que cometêssemos nós pudéssemos parar a cena e repeti-la quantas vezes fosse necessária? Se a gente pudesse escolher os amigos e o amor? E se nosso desejo fosse realizado tão rápido quanto um piscar de olhos?
Quando nascemos, ninguém nos entrega um cronograma de atividades e acontecimentos da nossa vida. Não existe uma lista dizendo que você será um engenheiro químico quanto completar 23 anos. Nem que aos 25 você vai encontrar a mulher com quem terá um casal de filhos. Muito menos aos 40, quando você descobre um câncer e que aos 43 está dando seus últimos suspiros.
Nosso planejamento para o dia seguinte, para a próxima semana, mês ou ano é o nosso otimismo subconsciente construindo um destino ilusório. Quando pensamos no futuro, pensamos no melhor para si e para a pessoa mais íntima. O imaginário voa longe, porém não prevê a chegada e saída de pessoas em nossa vida. E nem se o lugar onde estamos é aquele que nos fará se sentir seguro.
A sociedade impõe as regras e nós temos que adaptar-se. Novo emprego, novos colegas. Nova moradia, novos vizinhos. Novo curso, novos amigos. E em qualquer lugar que estiver, você irá se perguntar se é mesmo onde deveria estar. A bolha social muda, mas as regras de convivência continuam. E mesmo que não tenhamos uma “Life’s list”, se tudo ao redor te faz bem, então está no lugar certo.