O PL, quando trocou de direção em Erechim, deixou o governo de Schmidt e Lando e começou a construir a candidatura de Cláudio Pagliosa, o Dodo. O presidente do partido, Paparico Bacchi, deixou as coligações para que Dodo fosse o articulador. Fez dezenas e dezenas de reuniões, até chegar no nome de Marinês Ronsoni (Progressistas) para ser sua vice, mas acabou não avançando.
Desta forma obrigou o partido correr atrás de um vice. E o escolhido foi o presidente do PSL, Kaká Cofferi, que já foi dos Progressistas e deixou o partido por divergências internas na eleição que teve no ano passado.
Estão na coligação PL, PSL e Dem.