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Política

Regime Próprio de Previdência Social: lembranças de uma votação e a vaia

Vereadora Eni Scandolara, em 2015, votou contra a criação do RPPS (Regime Próprio de Previdência Soc
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

O assessor parlamentar, Keise Terribile, que trabalha com a vereadora Eni Scandolara (Progressistas), publicou no facebook, lembranças de uma votação de 3 de agosto de 2015, quando Erechim passou a ter o seu RPPS (Regime Próprio de Previdência Social).

Na época, com o plenário cheio de servidores públicos municipais, a votação foi 14 a 2 pela criação do regime. A vereadora Eni votou contra, e lembro que estava nessa sessão. A vaia foi inevitável. Eni alegou que com o tempo os próprios servidores seriam penalizados e que a longo prazo ficaria insustentável. E essa é uma discussão que se trava desde então, da perenidade ou não do regime próprio.

Mas essa votação foi relembrada, pois na última segunda-feira (13), foi aprovado por 9 a 8, projeto de lei executivo, aumentando a contribuição previdenciária para 14%. Até então era 11%, e anterior a criação do Instituto Erechinense de Previdência (IEP) era 8%.  

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