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Soluções urgentes para problemas antigos nos trevos de acesso à Erechim

As obras das vias paralelas foram fundamentais para o fluxo de automóveis, mas esqueceram dos pedestres. E o que não faltam são ‘Pilatos’ nessas horas, lavando as mãos para a problemática

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Para pedestres atravessarem a BR 153 é uma verdadeira roleta russa
Por Rodrigo Finardi
Foto Igor Dalla Rosa Müller /Arquivo BD

Constantemente recebo reclamações de moradores e pessoas que precisam utilizar o trevo de acesso ao Bairro Atlântico na BR 153 na travessia urbana de Erechim.  Segundo relatos os acidentes são frequentes e pelo número de pessoas que passam pelo local a cada dia está ficando mais perigoso: “quase todo dia acontece um acidente”, relata morador próximo ao local

“Porém, nunca se vê nada”

Um deles disse que entro em contato com órgão municipal competente a informação que recebeu é que estão sendo tomadas as devidas providências: “Porém, nunca se vê nada”.  A questão que se referem é que as paralelas (importantes para regular o trânsito), quando construídas não contemplou os pedestres, apenas veículos e essa disputa é inglória.

Bom dia há anos aponta o problema

Há anos o Jornal Bom Dia vem apontando para o problema. Em 2016 o jornalista Leandro Zanotto em matéria especial mostrou a falta se segurança para os pedestres. Escreveu o jornalista: “Quem precisa se deslocar entre os bairros próximos da BR 153, em toda extensão da área urbana, enfrenta a rotina de insegurança e medo entre caminhões, carretas, carros leves e motos”. E isso vai além do trevo do Atlântico e se estende em todo a travessia urbana.

“É uma luta pela vida diária”

No ano passado (2018) os jornalistas Igor Dalla Rosa Müller e Ragnara Caetano produziram matéria especial para o Jornal e TV Bom Dia: “é uma luta pela vida diária”, afirma Igor.

Mortos, feridos e danos materiais

O jornalista policial Alan Dias também esteve várias vezes no local, na cobertura de acidentes com feridos, mortos e apenas danos materiais. Mas sempre no mesmo trevo, o que demonstra que temos um problema sério que necessita da interferência do setor público, mas não podemos ter jogo de empurra entre o governo federal e municipal. É isso que se vê: “deixa que é tua”. O que não faltam são Pilatos.

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