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Política

A espera da reforma administrativa, orçamento participativo segue no nome

Na prática, se mudou a maneira de usar esse instrumento democrático, tão reivindicado pela comunidade erechinense

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Com as demandas dos bairros em mãos, José Camargo afirma que os investimentos são feitos em obras de
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Uma das grandes reclamações dos bairros de Erechim, com relação ao Executivo são as demandas votadas ainda na gestão anterior de Paulo Polis, para serem executadas a partir de 2017 nas rodadas do Orçamento Participativo.

27 meses depois e a dúvida

Já se passaram quase 27 meses do governo Schmidt e Lando, e essa é uma incógnita para muitos como está sendo executado. E pode ser visto de três maneiras: ou não está sendo feito, ou não está sendo divulgado ou mudou a maneira de como o município vê esse instrumento democrático.

O nome da secretaria

Essa dúvida se dá, pois no nome da secretaria municipal aparecesse o nome: Planejamento, Gestão e Orçamento Participativo. E como a tão esperada reforma administrativa não sai em sua totalidade, segue ao longo desses 27 meses com o mesmo nome. E isso que a prefeitura chama de Orçamento Público e não Orçamento Participativo (apesar do nome constar), para não ter vínculos com o Partido dos Trabalhadores que sempre trabalhou com essa ferramenta.

Demandas de 86 associações e comunidades

O secretário, responsável por essa área, José Camargo (PR) explica como o processo está sendo feito atualmente. Relata que tem em mãos, relatório de demandas de 86 associações de moradores e comunidades do interior: “entre todas as reivindicações, solicitamos que escolhessem as principais e dentro da disponibilidade de recursos, estamos executando”.

Nova lei

Repassa que primeiro foi feito um trabalho para explicar como funciona a Lei 13.019, onde entidades, associações e outras organizações precisaram se adequar para poder receber dinheiro público.

Obras de interesse público

Camargo afirma que em 2018 e nesses primeiros meses de 2019 já foram investidos R$ 700 mil: “antes era repassado os recursos diretos para entidades e hoje analisamos as obras de interesse público”, finaliza o secretário.   

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