Uma das grandes reclamações dos bairros de Erechim, com relação ao Executivo são as demandas votadas ainda na gestão anterior de Paulo Polis, para serem executadas a partir de 2017 nas rodadas do Orçamento Participativo.
27 meses depois e a dúvida
Já se passaram quase 27 meses do governo Schmidt e Lando, e essa é uma incógnita para muitos como está sendo executado. E pode ser visto de três maneiras: ou não está sendo feito, ou não está sendo divulgado ou mudou a maneira de como o município vê esse instrumento democrático.
O nome da secretaria
Essa dúvida se dá, pois no nome da secretaria municipal aparecesse o nome: Planejamento, Gestão e Orçamento Participativo. E como a tão esperada reforma administrativa não sai em sua totalidade, segue ao longo desses 27 meses com o mesmo nome. E isso que a prefeitura chama de Orçamento Público e não Orçamento Participativo (apesar do nome constar), para não ter vínculos com o Partido dos Trabalhadores que sempre trabalhou com essa ferramenta.
Demandas de 86 associações e comunidades
O secretário, responsável por essa área, José Camargo (PR) explica como o processo está sendo feito atualmente. Relata que tem em mãos, relatório de demandas de 86 associações de moradores e comunidades do interior: “entre todas as reivindicações, solicitamos que escolhessem as principais e dentro da disponibilidade de recursos, estamos executando”.
Nova lei
Repassa que primeiro foi feito um trabalho para explicar como funciona a Lei 13.019, onde entidades, associações e outras organizações precisaram se adequar para poder receber dinheiro público.
Obras de interesse público
Camargo afirma que em 2018 e nesses primeiros meses de 2019 já foram investidos R$ 700 mil: “antes era repassado os recursos diretos para entidades e hoje analisamos as obras de interesse público”, finaliza o secretário.