O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, negou uma liminar ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do PMDB, que pedia o afastamento do presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo, do PSD.
Para os advogados de Cunha, o deputado José Carlos Araújo não teria imparcialidade para conduzir o procedimento disciplinar. E isso causaria prejuízo irreparável a Eduardo Cunha.
De acordo com o ministro Luís Roberto Barroso, o Supremo não deve interferir nos procedimentos de natureza política. Esse foi o segundo recurso de Eduardo Cunha negado pela Suprema Corte. O primeiro foi pedindo a anulação de todo o processo, que pode resultar na cassação do mandato de Cunha.