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Estado

Vinícius Ribeiro reassume mandato como deputado da bancada do PDT

Com a cassação do deputado Dr. Basegio, Juliana Brizola assumiu como titular na bancada do PDT e Vinicius Ribeiro passou a ser o primeiro suplente, ocupando uma cadeira em razão da ida do deputado Gerson Burmann para o secretariado estadual.

Foto: Marcelo Bertani
Por Marcelo Bertani

“Alguns destinos nós escolhemos. Outros, acolhemos”, disse o deputado Vinicius Ribeiro, em discurso da tribuna ao reassumir seu mandato, retornando à bancada do PDT no Parlamento. Vinicius Ribeiro ocupava o cargo de diretor-presidente da Corag (Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas).

Com a cassação do deputado Dr. Basegio, Juliana Brizola assumiu como titular na bancada do PDT e Vinicius Ribeiro passou a ser o primeiro suplente, ocupando uma cadeira em razão da ida do deputado Gerson Burmann para o secretariado estadual.

Na sua manifestação, Vinicius Ribeiro observou que o “momento não é de alegria e de exaltação, mas de reflexão”, em uma referência à cassação do deputado Dr. Basegio (PDT). “Não cabe a mim julgá-la (cassação) e não farei história em cima deste fato, mas deixarei que a própria história faça a sua parte”.

Destacou que a vida pública é uma vocação, um sacerdócio. “É por seu intermédio que podemos transformar a vida das pessoas. O problema da vida pública não está nela, mas na ferramenta que a manipula: a atual política”, analisou. Acrescentou que “todos nós merecemos algo melhor. Infelizmente, o país foi cooptado por interesses pessoais, partidários e econômicos, pela falta de atuação que o cidadão teve, e ainda tem, neste contexto, quero dar oportunidade à população para exercer a cidadania por meio do nosso mandato”, frisou.

Por fim, referiu que retornava à Casa para resgatar a representatividade de Caxias do Sul e da Região Metropolitana da Serra Gaúcha. “Volto à Assembleia acreditando que o Rio Grande do Sul tem saída e que todos precisam colaborar. Cada um deve ceder um pouco”, disse, propondo que é preciso cortar tudo o que é possível, e mais um pouco, não aumentar salários, subsídios e estruturas. Creio, igualmente, que todos os poderes e orçamentos próprios devem ter metas de redução de despesas. Nossas ideias não podem ser partidárias, devem ser gaúchas”, advertiu.

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