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Ensino

Primavera Cultural apresentou “A Eterna Desventura de Viver o Passado”

Projeto elaborado e organizado por alunos do Ensino Médio Colégio Franciscano São José

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Divulgação
Por Da Redação [email protected]
Foto Divulgação

Uma projeção do talento, capacidade e dedicação dos estudantes do Ensino Médio do Colégio Franciscano São José. Assim pode ser definida a sétima edição da Primavera Cultural, um projeto elaborado e organizado por alunos do Ensino Médio e que produz arte a partir do protagonismo estudantil. 

Com a redução das restrições relativas à pandemia, em 2021 foi possível retomar o espetáculo que neste ano foi adaptado para um filme, em duas apresentações: na quinta-feira, 25 e sexta-feira, 26, no Ginásio de Esportes do Colégio, que foi decorado com o tema do filme e envolvendo e emocionando o público e estudantes.

 

Século XX

A Eterna Desventura de Viver o Passado conta a história de várias gerações de mulheres de uma família ao longo do século XX. Aborda temas como intolerância e relaciona os personagens com os principais fatos da história.

 

Incentivo à cultura jovem 

Para a coordenadora do Ensino Médio, Cleci Luiza Lovera esse é um dos projetos mais importantes que até então foram desenvolvidos no Ensino Médio. “É um espaço que os estudantes têm para demonstrar suas habilidades, desenvolver seus talentos e pensar inclusive a carreira futura”, comenta. 

Ela também destaca que o Primavera Cultural é um espaço onde a comunidade tem a oportunidade, por meio de patrocínio, de incentivar a cultura jovem. “É uma proposta em que podemos ir além da sala de aula e comunicar a sociedade sobre conhecimentos pesquisados e transformados em espetáculo. Com isso, as relações se ampliam, uma vez que estudantes de 1ª, 2ª e 3ª séries convivem em função de um projeto. É um espaço de resolução de conflitos, busca de alternativas e de criatividade. A manifestação cultural é uma apresentação, mas o que a antecede é muito grandioso: a formação das equipes, o compartilhar conhecimentos, envolvimento de professores, comunidade, estudantes, toda a equipe da escola, que é muito maior em si do que a própria apresentação”, acrescenta.

 

Ação e questões sociais 

Cleci lembra que também é uma oportunidade de as pessoas realizarem uma ação social, pois o ingresso é a doação de 1 kg de alimento, que se converte em comida na mesa de muitas famílias necessitadas que vivem em Erechim. “Temos a oportunidade de dar um grito denunciando questões da sociedade: preconceito, racismo, violências, desprezo e indiferença ante determinadas situações. O estudante sai da sala de aula, converte conhecimentos de livros em conhecimentos de convivência, arte e música. Cada um, dentro da sua capacidade e potencialidade é valorizado; por isso lhe é dado possiblidade de manifestar esse protagonismo jovem. Temos muito a agradecer à comunidade, aos pais, estudantes, à escola e todos que, de uma forma se envolvem para que isso aconteça”, completa.

 

Trabalho de excelência 

A diretora do colégio, Irmã Silvana Arboit agradece a toda equipe pelo excelente trabalho. “Somos sabedores que, um evento desse porte, no qual os estudantes são os protagonistas, por si só já é grandioso, criativo e envolvente. Merece nosso reconhecimento e aplauso. Parabéns a todo esse elenco maravilhoso que fez acontecer esse espetáculo”, finaliza.

 

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