Existe um estigma impregnada, a cada ano que passa, quando se fala do maior símbolo de Erechim, o Castelinho, desde que um prefeito nos anos de 1990 foi condenado por reformá-lo e não deixar ele cair. Incomodou-se por muitos e muitos anos. E hoje, ele está fechado, deteriorando, sem uma luz do que o poder público irá fazer para preservá-lo.
Restrito aos palanques eleitorais
O tema Castelinho fica restrito aos palanques eleitorais e não às gestões municipais. O que é lastimável. Uma obra completa, de restauro, que é necessária, deveria ser concebida como plano de governo, e não de quatro anos, e deixar para quem é da área buscar uma solução definitiva, com amparo do Executivo.
Interferência do setor público
Quem vê o Castelinho da parte frontal, nota que está em péssimas condições. Mas ver ele atrás (como mostra a foto), a situação é bem pior. Vários pedaços estão sobre o telhado, madeiras rachadas, janelas tortas, entre outras avarias. É uma questão de tempo para algo pior acontecer, caso não ocorrer a interferência do setor público.