No evento que ocorre nesta quarta-feira (1º) será explanado, entre outros assuntos, sobre os recursos públicos disponíveis e do pagamento de projetos pendentes de consultas populares anteriores
O Conselho Regional de Desenvolvimento do Norte (Credenor) e o Estado, através da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional (SEPLAN), realizam nesta quarta-feira (1º), às 14h, no Auditório da Universidade Regional Integrada (URI), uma audiência pública para dar início ao processo da Consulta Popular 2016/2017.
A audiência pública, que é aberta à população em geral, marcará o início do processo da próxima Consulta Popular. No encontro, representantes do governo do Estado irão explanar sobre os recursos públicos disponíveis, além do pagamento de projetos pendentes de consultas populares anteriores.
Também será apresentada uma síntese sobre a revisão do Plano Estratégico Regional pelo Corede Norte e a criação de uma comissão regional para coordenar a Consulta Popular Regional. A votação da Consulta Popular, que será exclusivamente online, está programada para os dias 5, 6 e 7 de julho desse ano.
O presidente do Credenor Paulo José Sponchiado explicou que existe um caderno de diretrizes sobre as demandas disponíveis para o ano, que serão apresentadas amanhã para orientar os representantes sobre quais áreas serão beneficiadas (como saúde e educação, por exemplo). "Nesta quarta-feira será o primeiro passo da Consulta Pública, após o evento, os representantes dos municípios se reunirão com os seus respectivos Comudes (Conselho Municipal de Desenvolvimento) para definir as prioridades de cada local", pontuou Sponchiado.
Lideranças locais
O encontro terá a presença dos presidentes dos COMUDESe (Conselhos Municipais de Desenvolvimento); prefeitos, presidentes de Câmaras de Vereadores, membros da Assembleia Geral do Corede Norte, autoridades e lideranças regionais e coordenadores regionais das secretarias do Estado.
O secretário executivo do Credenor, Ademir Peretti, complementou que a entidade espera contar, mais uma vez, com a participação dos 32 municípios que compõem a região Alto Uruguai, "para que nós possamos representar nossa força e consequentemente cobrar do governo que nossas demandas sejam atendidas", afirmou.