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Segurança

Suspeito de estelionato teria lesado pelo menos 50 vítimas em aproximadamente R$ 1 milhão

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Por Alan Dias
Foto Alan Dias

Um homem de 32 anos, suspeito de ter aplicado dezenas de golpes envolvendo a compra e venda de veículos em Erechim, foi preso preventivamente na manhã desta terça-feira (8), na 1ª Delegacia de Polícia (DP).

A prisão do suspeito ocorreu após ele, acompanhado por um advogado, se apresentar para prestar esclarecimentos sobre os casos em que está sendo denunciado como tendo participação. De acordo com informações extraoficiais repassadas por fontes policiais, já haveria aproximadamente 50 boletins de ocorrência registrados e entre as acusações haveria estelionato, ameaça e exercício ilegal da profissão. A soma dos bens e valores subtraídos das vítimas é de aproximadamente R$ 1 milhão.

Conforme algumas das pessoas que teriam feito negócios com o suspeito, os casos iniciaram ainda no ano passado, quando através de uma empresa instalada em Erechim, ele realizava a compra de veículos, não efetuava o pagamento dos valores acordados e revendia os carros.

A reportagem tentou conversar com o delegado titular da 1ª DP, responsável pela investigação, Rodrigo Dreyer, mas ele preferiu não se pronunciar neste momento para não atrapalhar o trabalho que está sendo desenvolvido pela equipe de investigação.

Em nota, a Delegacia Regional de Polícia divulgou que segundo dados apurados na investigação, o homem utilizava a empresa de sua esposa para realizar supostas compras e vendas de carros e imóveis, além de exercer irregularmente a profissão de advogado, prestando serviços jurídico-administrativos.

Ainda segundo a nota, nos últimos quatro meses, ele intensificou suas práticas delitivas na região de Erechim, causando prejuízos a mais de 50 vítimas. Seus crimes mais recorrentes caracterizavam-se por estelionatos envolvendo a compra de veículos. “O criminoso acertava a aquisição parcelada dos veículos, e chegava a redigir contratos de compra e venda, porém, na ampla maioria das vezes, não cumpria com os acordos firmados, fazendo com que as vítimas perdessem seus bens e não recebessem os valores correspondentes”.

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