A fuga de presos no presídio de Erechim no último fim de semana evidencia a fragilidade da casa prisional, que apresenta problemas de todas as ordens, como superlotação, estrutura comprometida, o que acarreta até falta de segurança para quem mora entorno.
Com a queda de parte do prédio são necessárias reformas na parte do regime fechado e também do regime semiaberto.
Não sou engenheiro e nem especialista do assunto, mas acredito não ser uma obra barata num prédio obsoleto. Mais do que nunca às forças vivas de Erechim deve se unir para buscar uma solução definitiva para o presídio, e não paliativa.
A reforça não irá resolver o problema da superlotação, e logo terá que se buscar outra solução. Essa é a hora ideal para se buscar um novo presídio.