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Segurança

Buscas por erechinense desaparecido em Santana do Livramento completam quatro dias

“São mais de 12 horas por dia caminhando no campo, na mata fechada. Para que as pessoas possam entender a dificuldade que está sendo, para fazermos uma incursão de 100 metros dentro da mata fechada, levamos quase uma hora e ao todo, já conseguimos cobrir em torno de 5 quilômetros

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Por Redação
Foto A Plateia

As buscas pelo erechinense Anderson Pieniak, 29 anos, que desapareceu durante uma caçada em Santana do Livramento completaram quatro dias hoje (29) e cada vez mais voluntários se unem na tentativa de localizar o rapaz. Ontem o Grupo Trilheiros da Fronteira deslocou com quadriciclos para o local do desaparecimento e hoje, mergulhadores do Corpo de Bombeiros também devem seguir para o local.
Conforme informações do jornal A Plateia, até o início da noite de segunda-feira, as equipes de buscas, formadas por Patrulha Rural, Pelotão Ambiental, soldados do exército, Corpo de Bombeiros, Grupamento de Busca e Resgate de Porto Alegre e cães farejadores da polícia de Rivera/Uruguai, drones e voluntários com conhecimento em caça, cobriram cerca de cinco quilômetros de terreno, mas o erechinense não foi localizado. Nesta terça-feira as buscas continuaram, mas até a publicação desta matéria, nenhuma novidade sobre o paradeiro de Pieniak havia surgido.

Dificuldades

Além das diversas áreas de difícil acesso, outra dificuldade enfrentada pelas equipes foi a chuva forte que caiu durante a madrugada de domingo (27) e apagou possíveis pistas e rastros.
Em entrevista para o jornal A Plateia, o coordenador das buscas, comandante do 2º RPmon, coronel Otero, disse que “quero tranquilizar a comunidade e dizer que estamos fazendo todo o possível para encontrar ainda com vida esse rapaz que está perdido e que muito em breve nós possamos trazê-lo para sua família”
Segundo o comandante, as equipes tem iniciado as buscas por volta das 6 horas da manhã e encerrado às 22h, devido a falta de luminosidade e o cansaço.
“São mais de 12 horas por dia caminhando no campo, na mata fechada. Para que as pessoas possam entender a dificuldade que está sendo, para fazermos uma incursão de 100 metros dentro da mata fechada, levamos quase uma hora e ao todo, já conseguimos cobrir em torno de 5 quilômetros e vamos aumentar esse perímetro. Mas já digo de antemão que, todas as pessoas que estão contribuindo são verdadeiros heróis”

O desaparecimento

Pieniak participava de uma caçada a javalis na estância São Roberto, junto com outras nove pessoas, e com um amigo teria se embrenhado na floresta no início da tarde de sábado (26) em busca de um dos animais. Seu colega considerou a área muito fechada e retornou, mas ele prosseguiu e não foi mais visto.

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