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Esportes

5 desafios que o Atlântico terá em 2019

Galo tem ao menos três competições oficiais nesta temporada e precisará lidar com algumas situações para conquista de títulos

Atlântico inicia temporada 2019 no próximo dia 17
Por Edson Castro
Foto Edson Castro

O ano de 2019 está começando e no próximo dia 17, o Atlântico abre sua pré-temporada. Os objetivos desta temporada incluem conquistas de títulos, claro, até porque o time voltará a disputar a Supercopa, a Liga Nacional e a Liga Gaúcha. Mas, em time que vem de um ano de evolução, desafios se avizinham para seguir na mesma toada, acrescentada claro, de títulos.

O jornal Bom Dia lista a seguir, o que entende que são cinco desafios que o Clube terá pela frente em 2019. Da saída de sete jogadores, da chegada de novos nomes, da perda de liderança que foram importantes nas últimas temporadas, até o fato de precisar esquecer as derrotas nas quatro finais de 2018.

1

Perda de lideranças: Não é fácil para nenhum elenco de esportes coletivos, perder suas principais lideranças, especialmente quando ao menos algumas delas possuem uma história vencedora dentro do elenco. É o caso de Keké, jogador mais vitorioso da história do Atlântico. De 2013 a 18, se tornou na principal liderança em quadra. A saída de Café e Jé, também ao final de 2018, tem que ser repostas com resposta de outros atletas que permanecem para este ano. A direção e comissão técnica terão que identificar logo quem são os atletas que estão no elenco e podem assumir este protagonismo.

2

Novo elenco: Mesmo tendo mantido uma base de jogadores que já estavam no Clube em 2018, o Galo vai ter que lidar com mudanças. Até agora, quatro nomes foram anunciados. Embora a experiência de Caio Junior (sonho antigo) e Gessé, chegam jovens promessas e é justamente neste ponto que a comissão técnica terá a missão de entrosar o elenco de forma rápida e consistente.

3

Superar o trauma dos vices: O Atlântico precisará deixar para trás a perda de quatro títulos importantes na temporada 2018. Aprender com os erros, sim, mas não pode ficar lamentando as derrotas. O assunto aliás, tem que ser tratado apenas no vestiário em momentos que a comissão técnica julgar pertinente, para fora dele, foco e trabalho na busca dos objetivos.

4

Sequência de Giba: O treinador do Galo chegou em meados de 2017, tornando-se o primeiro ex-jogador e ídolo a comandar o time na beira da quadra. Conseguiu um trabalho importante em 2018, quando fez sua primeira temporada completa. Como diz o ditado, “chegar ao auge não é tão complicado quanto manter-se lá”. Giba, talvez venha a ser cobrado pelo ano positivo de 2018 e por conquistas de títulos que não vieram naquele período. O próprio treinador sabe desta responsabilidade que terá neste novo ciclo.

5

Expectativa do torcedor: O torcedor do Galo é do tipo parceiro, pega junto, atende a chamados e transforma o Ginásio do CER Atlântico em um verdadeiro Caldeirão. O sentimento de duas derrotas em casa, na Taça Brasil e Liga Nacional em 2018, cria uma nova expectativa a este mesmo torcedor, que verá seu time outra vez envolvido em competições importantes, e talvez, vá exigir mais em 2019. O clube precisará saber lidar com estes momentos e manter a aproximação que teve nos últimos anos com seu público.

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