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Esportes

Retrospecto a favor: Atlântico espera usar força do Caldeirão para conquistar título inédito na Liga Nacional

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Selbach destaca confiança do time de Erechim
Por Edson Castro
Foto Edson Castro

Dos 12 jogos disputados pelo Atlântico no Caldeirão do Galo, até agora na Liga Nacional de Futsal (LNF), o retrospecto não poderia ser melhor: 11 vitórias e apenas um empate. E é esta força que o time quer manter para sair campeão da competição nacional no próximo domingo, dia 9, quando recebe o Pato no jogo final do torneio, às 11h.

Selbach destaca que o Galo tem feito uma boa campanha na Liga como um todo, mas que o apoio do torcedor tem sido um diferencial em Erechim. “Sabemos que o jogo de lá (6 a 0 para o Pato), foi um resultado atípico e não vai acontecer novamente. De certa maneira, pode até ter sido bom para que a gente foque ainda mais na preparação. Sabemos da nossa força em casa, da energia que vem das arquibancadas e esperamos no domingo ter um final diferente do primeiro jogo”, diz o jogador.

Segundo Selbach, o grupo de jogadores tem conversado bastante durante a semana, especialmente buscando ajustar o que deu errado em Pato Branco. “Mudar tudo não dá, a gente tem feito uma boa temporada. São alguns ajustes na forma de atuar e isso tem sido feito em uma troca de ideias muito salutar entre jogadores e comissão técnica”, pontua ele.

Selbach frisa ainda, que psicologicamente, o grupo de jogadores está bem. “Somos um grupo com jogadores experientes, temos que levar para o lado da motivação e tirar algo de bom daquela derrota agora para o jogo em casa”, amplia.

Ainda na quarta-feira, a torcida já havia comprado todos os ingressos disponíveis para a final, fator que Selbach considera fundamental para que o Galo possa reverter a situação e sair campeão no domingo. “Não posso prometer a vitória, mas que nosso time vai dar sangue em quadra, isso não tenho duvidas. O nosso torcedor merece, a direção, nós, o Clube como um todo merece que a gente consiga este título”, fecha Selbach.

Jé busca o hexa na LNF

O pivô Jé está entre os jogadores mais vitoriosos do futsal brasileiro. Finalista da Liga Nacional de Futsal (LNF), 2018 e um dos destaques do Atlântico na atual temporada, o jogador quer ajudar o Galo na conquista inédita da competição nacional.

Mas se o Galo busca seu primeiro título, Jé já comemorou o título da LNF em cinco ocasiões e por quatro equipes diferentes. A primeira conquista veio com a ACBF, em 2009. Dois anos depois, em 2011, ele ajudou o Santos a comemorar o inédito título. Em 2012 e 2013, Jé foi destaque no bicampeonato da Intelli. Depois, o pivô chegou a atuar fora do país. Em 2017, Jé foi um dos responsáveis na conquista do inédito título do Joinville. “O que marca o jogador é ficar na história de um clube. Tive a oportunidade de fazer parte de inéditas conquistas com o Santos, a Intelli e o Joinville. Fico feliz por estar sempre na hora certa e no lugar certo, me considero um cara abençoado”, destacou.

Na atual temporada, Jé chegou ao Atlântico e logo caiu nas graças da torcida. Ao lado de Keké e Café, o camisa 9 vem fazendo gols importantes. O Atlântico foi vice-campeão da Supercopa e da Taça Brasil. Agora decide a Liga Nacional e também a Gaúcha. “Claro que existe muita dedicação e sacrifício. Costumo falar que nesses momentos o time se transforma, são jogadores com muito brilho e honrando a camisa do Atlântico”, comentou Jé.

O pivô também enalteceu a campanha do Atlântico na LNF e falou sobre a decisão com o Pato. “O Atlântico merece estar neste momento, tem sido uma campanha exemplar. Agora merecemos ser campeões. O Pato já nos ganhou a Taça Brasil e agora é nossa vez de ganhar, um pouquinho pra cada”, disse Jé, de forma sorridente.

Com Jé e companhia, o Atlântico tem o melhor ataque da Liga Nacional de Futsal 2018. O time marcou 90 gols em 24 jogos. Também é do Galo a campanha de melhor clube mandante da LNF. São 12 jogos, com o retrospecto de 11 vitórias e 1 empate jogando em Erechim (RS).

E esta campanha como mandante terá que se manter para o time ser campeão, pois precisa vencer no tempo normal, no domingo, e após ao menos empatar na prorrogação, tudo devido a derrota sofrida para o Pato no primeiro jogo da final da LNF, em Pato Branco.

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