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Segurança

Segurança é pauta do último debate

O 1º Fórum Bom Dia de Desenvolvimento encerra com o tema da segurança pública. Foram nove dias e 15 intensos debates com análises e opiniões

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Juliano, Bergamo, Rodrigo e Miguel
Por Igor Dalla Rosa Müller
Foto Fernando Genro

O 1º Fórum Bom Dia de Desenvolvimento encerra com o tema da segurança pública. Foram nove dias e 15 debates intensos com análises e opiniões, com identidade, sobre a realidade política, econômica e social de Erechim e região. O fórum foi realizado no final da tarde de sábado (17), no estande da TV Bom Dia na Frinape. Estiverem presentes o diretor do Fórum de Erechim Juliano Rossi; o capitão Mauri José Bergamo do 13º BPM; e, o presidente do Consepro, Miguel Gotler, mediados pelo jornalista do Grupo Bom Dia, Rodrigo Finardi.

Para Juliano, a região quando comparada com outras de mesmo porte a segurança está bastante presente. E isso decorre da união das diversas instituições, entre os quais, o Poder Judiciário, afirma. “Os índices de criminalidade são bem abaixo de outras regiões de mesmo porte”, enfatiza.

Juliano acrescenta que isso se dá em função de aqui ter um povo ordeiro e trabalhador, mas também devido ao “engajamento de todos os órgãos de segurança pública”.

Com relação ao posto do IGP de Erechim ele destaca que a perícia criminal bem feita é um bom caminho para elucidar um crime.

No que diz respeito ao presídio, comenta Juliano, está bem encaminhado a questão da troca de imóveis do estado pela construção de um novo presídio. “É necessário um novo estabelecimento prisional”, afirma.

Segundo o capitão Bergamo, o efetivo policial está muito reduzido. “A carência é grande de efetivo, mas os nossos índices são elogiáveis, sempre abaixo dos limites estabelecidos”, explica. Bergamo destaca que a construção de um novo presídio “tem que ser pensado para ontem”.  

Miguel quer ver qual vai ser a atuação da Amau na área de segurança pública com relação ao IGP. “Esperamos a colaboração da Amau para o bom funcionamento do IGP”, afirma. Conforme ele, o posto do Instituto Geral de Perícia está implantado, mas faltando mais um médico e um técnico.

Miguel ressalta que o presídio de Erechim está superlotado com mais 600 apenados, quando tem capacidade nem para 300. A empresa cotada para construir já fez 200 presídios no Brasil e o custo médio para cada vaga chega a R$60 mil.

O presidente do Consepro avalia como positivo a união dos órgãos de segurança pública de Erechim. “Acredito que não tenha outro lugar no estado que tenha essa integração. Isso aí é muito importante”, enfatiza.

   

 

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