21°C
Erechim,RS
Previsão completa
0°C
Erechim,RS
Previsão completa

Publicidade

Esportes

Seleção troca 'jeitinho brasileiro' pelo futebol científico

Equipe não confia que os resultados virão só pelo talento dos jogadores na Copa do Mundo

teste
tite.jpg
Por Estadão
Foto Reprodução

Futebol arte, improviso e “jeitinho brasileiro” não terão vez na seleção brasileira de Tite nesta Copa do Mundo. Nem em outras. A equipe não confia que os resultados virão só pelo talento dos jogadores, mas se respalda principalmente em um extenso trabalho científico para se preparar. São relatórios, estatísticas, vídeos, dossiês e um planejamento muito detalhado sobre cada decisão tomada na competição. É o “Big Data” do técnico Tite. 

Nos bastidores da seleção, a tecnologia é a maior aliada do time. Após as partidas, os atletas recebem estatísticas variadas, como o número de passes acertados, finalizações e posicionamento. Podem ver vídeos de momentos em que acertaram ou erraram determinada jogada. “O jogador tem de saber por que faz as coisas, por que ganhou, empatou ou o motivo de ter dificuldade. A gente recebe as informações para só se preocupar em entrar e jogar futebol”, disse o meia Paulinho. 

A comissão técnica de Tite – composta por 41 pessoas – inclui um grupo de profissionais do Centro de Pesquisa e Análise (CPA), departamento encarregado de analisar possíveis convocados e potenciais adversários. Durante as Eliminatórias, por exemplo, auxiliares do treinador faziam relatórios com informações como quais defensores adversários eram lentos ou estavam desgastados pelo excesso de partidas nos respectivos clubes.

FORÇA-TAREFA

Para a Copa, as seleções rivais foram mapeadas com a ajuda dos departamentos de inteligência de times da Série A do Brasileiro. O Grêmio, por exemplo, emprestou profissionais para analisar a Suíça, oponente na estreia, domingo. As conclusões foram apresentadas em reunião com o estafe de Tite.

Publicidade

Publicidade

Blog dos Colunistas

;