Velocidade e precisão, essas são algumas habilidades que o atirador deve ter ao participar do tiro esportivo. A modalidade pouco conhecida no Brasil, chegou no país no início do século 19, e em 1896 virou um esporte olímpico após as Olimpíadas de Atenas.
Atirador desportista e instrutor de armamento e tiro, Ademir Roberto Zulian (48) conquistou o bicampeonato brasileiro de Tiro Esportivo na modalidade snub. Além disso, garantiu o primeiro lugar no duelo 4x20 revólver maior. Pelo Gaúcho, o esportista conquistou o duelo 4x20 revólver maior, snub, revólver menor e pistola maior.
Fabrício Palavicini (38) pratica o esporte há cinco anos. O esportista conquistou o vice-campeonato na modalidade snub e ao lado de Zulian formam a equipe Gaúcha de Tiro. De acordo com os esportistas apenas os três melhores atiradores do Estado compõem o time.
Apesar do esporte ainda causar desconforto e situações distorcidas, Zulian e Fabrício lutam diariamente para que a modalidade seja respeitada. “A arma de fogo pode ser utilizada como esporte. O pessoal distorce de que armas mata com pessoas. Essas armas estão nas mãos erradas, se estiver nas mãos certas podemos mostrar que podem ser usadas como esporte”, finaliza Zulian.