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Corsan participa de seminário de saneamento promovido pela Famurs

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Por Assessoria
Foto Divulgação

O seminário 'Estratégias de Gestão no Sistema Público de Saneamento, um cenário de oportunidades', promovido pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), discutiu os 'Desafios e oportunidades em saneamento numa plataforma de eficiência, inovação e parcerias para o desenvolvimento em gestão organizacional', nessa quarta-feira (6), no auditório da Secretaria de Turismo, Desporto e Cultura de Guaíba. 

O diretor-presidente da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), Flávio Ferreira Presser, afirmou que "não podemos admitir que nosso Estado tenha apenas 14% de cobertura de esgotos", mas lembrou que a Corsan, historicamente, só passou a ser responsável pelo projeto, implantação e operação do serviço de esgotamento sanitário, na maioria das cidades, apenas nos últimos anos, com a regulamentação da lei 11.445/2007. "No passado, muitos prefeitos concederam só o abastecimento de água à Corsan, pois tinham receio do aumento do valor das contas, pois esgotamento sanitário é um serviço que tem custos", disse o presidente da Corsan.

Presser destacou os investimentos da empresa nessa área, em especial a parceria público-privada que vai universalizar, nos próximos 11 anos, o atendimento de nove cidades da Região Metropolitana, localizadas junto aos rios mais problemáticos do estado. "Nessa degradação ambiental, a população de baixa renda é a mais atingida, pois vive em áreas vulneráveis ou sem acesso ao afastamento dos esgotos de suas casas”, lembrou.

O diretor-presidente da Corsan também falou da parceria com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) na busca de soluções para a disposição correta de esgotos, e anunciou que será implantado um projeto piloto para limpeza e transporte dos efluentes das fossas da praia de Atlântida Sul até a Estação de Tratamento de Esgotos mais próxima. "Esse é o caminho para oferecer o tratamento de esgotos para cidades com menos de 10 mil habitantes, pois a implantação de todo o sistema é cara, tornando-se inviável para as pequenas comunidades", ressaltou o dirigente da estatal.

Para a secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ana Pellini, caminhos mais simples devem ser buscados para oferecer à população o tratamento de esgotos, "tudo adequado dentro da nossa realidade". Ana Pellini disse, ainda, que ter recursos para executar as obras é muito importante, mas o gerenciamento das obras e da operação dos sistemas é decisivo.

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