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SIME delibera por greve do funcionalismo em Erechim a partir do dia 20 de novembro

A decisão é em função da diminuição do número de vales-transportes e aguardam posicionamento da prefeitura para evitar paralisação dos serviços

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Vice-presidente Sidnei Paulo do Prado e presidente Vianei Mueller.jpg
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Na noite de hoje (30), o SIME (Sindicato dos Municipários de Erechim) realizou assembleia extraordinária e deliberaram sobre medidas progressivas a serem adotadas antes da greve do funcionalismo marcada para o dia 20 de novembro: “A partir do dia 6 novembro faremos manifestações progressivas. E caso a administração municipal não se pronunciar entraremos em greve no dia 20”, salienta o presidente do sindicato Vianei Muller.   

Um dos motivos, que levou o sindicato a se reunir extraordinariamente foi decreto do executivo em que limita o número máximo de quatro vales-transportes por servidor.

Para o presidente do SIME, Vianei Robinson Mueller “se esgotou qualquer tipo de diálogo com o executivo. Estamos há quase quatro meses buscando uma alternativa com o executivo. Buscamos conversar, mas as tratativas não evoluem. Estamos sendo cobrados por funcionários que ganham R$ 1mil a R$ 1,1 mil e tem que pagar parte de seu deslocamento. É constitucional que se pague por todo o deslocamento de casa até o trabalho”.

Segundo Vianei muitos trabalhadores moram num bairro e trabalham em outro: “desta forma precisam utilizar oito vales-transportes. Precisam se deslocar até o centro e depois para o bairro que trabalham e fazer o caminho inverso, totalizando oito vales-transportes”.

A direção ingressou na Justiça contra a prefeitura de Erechim. “Essa foi a primeira vez na história que isso ocorre”, ressalta o presidente, que aguarda decisão do Judiciário pela derrubada do decreto que foi assinado em 18 de julho deste ano.

O vice-presidente Sidnei Paulo do Prado e o presidente Vianei (foto) querem mostrar para a sociedade erechinense que estão tirando direitos que foram conquistados ao longo das últimas décadas.  

De acordo com o secretário de Administração de Erechim, Valdir Farina "estamos aberto ao diálogo sim. Não queremos a greve. Só não podemos focar no interesse de alguns prejudicando muitos. Mas iremos buscar um denominador em comum para evitar que isso aconteça".

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