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"Não podemos viver na indiferença", alerta bispo

Mensagem destaca a necessidade do esforço conjunto para preservar o planeta

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Foto: Antônio Grzybowski
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Por Izabel Seehaber - jornalismo@jornalbomdia.com.br

Mensagem de Dom José Gislon, na abertura da Campanha da Fraternidade 2016, destaca a importância do saneamento básico e a necessidade do esforço conjunto para preservar o planeta

Compromisso em auxiliar nas ações que visem qualidade de vida a todas as pessoas. Com esse propósito central foi lançada oficialmente no final da tarde de ontem (10), na Catedral São José de Erechim, a quarta Campanha da Fraternidade Ecumênica. O ato religioso foi acompanhado por fiéis de todas as idades e prestigiada por padres, ministros e auxiliares da igreja matriz de Erechim e da diocese que abrange 30 paróquias do Alto Uruguai. Em 2016, pela quarta vez, as atividades serão desenvolvidas de forma ecumênica, isso quer dizer que estarão envolvidas, todas as igrejas cristãs que fazem parte do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), além de outras instituições ecumênicas. 

Casa comum, responsabilidade de todos

A Campanha da Fraternidade deste ano tem como tema: "Casa Comum, nossa responsabilidade". O lema é: "Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca" (Am 5,24). 

Em sua manifestação ais fiéis o bispo diocesano ressaltou que a fase atual, que marca o início da Quaresma, convoca os fiéis a refletirem e buscarem prioridade com o Senhor. "A Campanha da Fraternidade, por sua vez, atenta para que a população mundial atue em defesa da casa comum, justa, habitável para todos os seres. Do mesmo modo, assuma responsabilidades em cuidar e denunciar os problemas", destacou. Sobre a Quaresma, iniciada ontem, Dom Gislon afirmou: " É tempo de escuta, de reflexão, de olharmos para o nosso interior para buscarmos uma proximidade maior com o Senhor, e, renovados e fortalecidos pela sua misericórdia, poder levantar os olhos para vermos a realidade da nossa casa comum e a vida dos irmãos e irmãs que vivem em situações e ambientes degradados, não queridos por Deus. Quando a casa comum não é cuidada, não estamos fazendo sofrer só os nossos irmãos e irmãs, estamos fazendo padecer também o criador, que ao completar a sua obra pôde admirá-la e ver que tudo era bom", disse o bispo de Erechim.

Direito ao saneamento básico

O objetivo geral da Campanha da Fraternidade deste ano, segundo o representante da Igreja Católica, é assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas. Dom Gislon convida para "empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa casa comum. Faremos essa reflexão a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que é a fragilidade e, em alguns lugares, a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso País. A responsabilidade pela casa comum é de todos, dos governantes e da população", destacou.

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