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Segurança

Polícia deflagra Operação Contra Ataque em Erechim

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Por Assessoria de Imprensa
Foto Divulgação

Agentes da Delegacia Especializada em Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas de Erechim (DEFREC), participaram nesta quinta-feira (28), da Operação Contra Ataque, da primeira Delegacia de Polícia de Ijuí, a qual investiga oito delitos de homicídios consumados ocorridos neste ano de 2017 ligados ao tráfico de drogas e da operação Hidra, do Ministério Público/GAECO, com o apoio pela Brigada Militar sobre investigações relacionadas a tráfico de drogas/associação ao tráfico de drogas, ambas realizadas de forma coordenada e concomitante, resultando no cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão e 16 prisões preventivas, além de duas prisões em flagrante, sendo uma delas também com prisão preventiva por tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas e posse de munição de uso permitido.

Das prisões preventivas, cinco delas relacionadas a indivíduos do regime semiaberto instituto penal de Ijuí (ipi) e seis de indivíduos presos, recolhidos ao sistema prisional, sendo um deles na PASC/Charqueadas. Duas dessas prisões preventivas foram cumpridas pela polícia civil nas cidades de Ibirubá/RS e Erechim.  Em Erechim, no bairro linho, a DEFREC prendeu o indivíduo Alisson Pietrich (23), com antecedentes por tráfico de drogas, disparo de arma de fogo, suspeito de integrar uma organização criminosa.

Em Ijuí, também foram apreendidos 2,249 Kg de maconha, oito porções grandes e 195 porções pequenas embaladas e prontas para comercialização, R$ 95,00 em dinheiro corrente e 10 munições Calibre .38, além de aparelhos de telefones celulares e objetos de prova.

Anteriormente, no decorrer das investigações, foram lavradas duas prisões em flagrante por homicídios, além de terem sido cumpridas sete prisões preventivas e uma prisão temporária ligadas diretamente aos homicídios e apreendidos inúmeros aparelhos de telefones celulares, armas de fogo entre eles revólveres e uma pistola calibre .9mm, drogas, veículos, motocicletas e outros objetos, restando demonstrado a existência de uma organização criminosa com origem dentro do sistema prisional, de onde partiam as ordens para matar, em disputas de grupos ligados à facções da região metropolitana, visando estabelecer o controle do tráfico de drogas na cidade.

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