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Ensino

Presidente do CRF abre Jornada de Estudos Farmacêuticos

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Por Assessoria de Imprensa
Foto Divulgação

O curso de Farmácia da URI abriu na manhã de segunda-feira (11), no Anfiteatro da Universidade, a XVII Jornada de Estudos Farmacêuticos, evento que reúne também a XV Mostra Científica e a VII Mostra de Extensão. A conferência de abertura foi com o presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF), Maurício Schuler Nin, que analisou as perspectivas profissionais para os próximos anos.

Segundo o presidente do CRF, o Brasil está caminhando para uma situação muito estranha e complicada quando se trata da área de Farmácia, um dos setores essenciais da saúde brasileira. “O Brasil tem cerca de 500 cursos de graduação, sendo que o Rio Grande do Sul possui 29. No entanto, o Ministério de Educação acaba de autorizar mais de três mil vagas de graduação farmacêutica pelo sistema EAD (Ensino a Distância)”, revelou, com preocupação.

Maurício Nin reconhece que, em algumas áreas, o ensino a distância pode contribuir com o ensino nacional. No entanto, existem setores, entre eles, a Farmácia, que não podem simplesmente entrar nesse caminho. “Que tipo de profissional queremos e iremos formar dessa maneira? O que o governo quer é formar quantidade e não qualidade”, destacou o palestrante.

Por falar em qualidade, foi justamente essa ênfase que a diretora Acadêmica, Elisabete Maria Zanin, fez questão de realçar na sua fala de abertura da Jornada. “Atualmente, precisamos compreender que mais do que aprender temas/assuntos e conhecimentos atuais, é necessário aprender a aprender, aprender a desaprender e reaprender a aprender, pois as mudanças são diárias, a inovação é permanente e o futuro profissional assumirá uma função que talvez ainda não saibamos da existência”, disse a diretora.

O coordenador do curso de Farmácia, professor Luis Carlos Chicota, ressaltou, por seu lado, que a “Jornada de Farmácia é um acontecimento capaz de promover mudanças na forma de pensar sobre temas que estão latentes em nossa sociedade e no mercado de trabalho farmacêutico, que está cada vez mais exigente. Por isso, devemos encarar este cenário como um desafio buscando superar os limites que dificultam a valorização deste ensino”.

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