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Economista orienta investidores da Unicred Erechim

Jeferson Lemos assegurou que desempenho passado não é garantia de ganhos futuros e diversificação é uma forma adequada de reduzir o risco de mercado

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Unicred
Por Assessoria de imprensa
Foto Divulgação

A Unicred Erechim promoveu palestra técnico-financeira sobre “Investimentos e oportunidades com a queda dos juros”, que teve como ministrante o economista Jeferson Lemos. O evento foi aberto pelo diretor-presidente da cooperativa, o médico Antônio Gabriel Teixeira, que deu boas-vindas aos participantes, desejando que aproveitassem o momento de conhecimento. Já a gerente Executiva, Vânia Bez Balestrin, apresentou a solidez da cooperativa por meio de dados dos últimos 12 meses, que revelam um crescimento de 18,76% nos Ativos Totais, mais de 10% no Patrimônio Líquido, 24% no Depósito à Vista e20,58% no Depósito a Prazo. Além disso comentou sobre os R$ 37 milhões aportados pela Campanha Aplicação Premiada e as 150 novas contas abertas no período. Também foi apresentado o novo integrante da equipe, o gerente de Negócios, Thiago Andrich, que está no Sistema há três anos, já tendo atuado em Chapecó e como gerente de agência em Concórdia.

Ao fazer a leitura do mercado, o economista Jeferson Lemos disse que a expectativa, no contexto atual,é de menores ganhos em virtude da queda da Selic, o que gera uma procura maior por ativos de risco para aumentar a rentabilidade média dos portfólios. “No entanto, os ativos que apresentam remuneração maior, como fundos de ações e multimercados expõem o investidor a altas volatilidades, uma vez que o cenário político é bem complexo e a qualquer momento podem surgir novas colaborações premiadas, que podem colocar o mercado e seus principais ativos em pânico. A exemplo do que ocorreu em 18 de maio deste ano, dia do vazamento do áudio e posterior colaboração premiada dos executivos da JBS, produtos que apresentavam excelente performance no seu histórico foram pegos de surpresa pelas fortes e repentinas quedas do mercado, e geraram grandes perdas financeiras aos seus aplicadores”, ressalta.

A orientação de Lemos é para não reparar apenas no histórico de rentabilidade de um determinado produto, já que desempenho passado não é garantia de ganhos no futuro. “Em momentos de pânico, até fundos de renda fixa e ativos do tesouro direto podem acarretar perdas patrimoniais aos aplicadores, que precisam acessar os seus recursos no período de baixa. É importante prestar atenção em outros aspectos como a política de investimentos de um fundo, se ele pode utilizar alavancagem para hedge ou aumento de performance, se pode fazer alocações em derivativos, a taxa de administração, se ele cobra taxa de performance por atingir um resultado maior que seu benchmark, prazo para pagamento de um resgate (tem fundos que podem levar mais de um mês para devolver o recurso resgatado), etc. No caso de produtos de renda fixa, é importante ter atenção quanto à existência de carência para resgate da aplicação com rentabilidade, possibilidade de trava para resgate do produto, prazo de vencimento e outras condições tributárias”, alerta.

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