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Ensino

Quarta-feira deve ser de aulas normais em Erechim

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Por Najaska Martins - najaska@jornalbomdia.com.br
Foto Arquivo Jornal Bom Dia

Escolas estaduais ainda discutirão sobre a adesão à greve aprovada pelo Cpers

Apesar de o Centro dos Professores do Estado do RS (Cpers/Sindicato) ter anunciado greve geral até sexta-feira (4), em Erechim a quarta-feira deverá ser de aulas normais. Conforme levantamento feito pelo Bom Dia, em pelo menos 16 escolas estaduais do município, a previsão era de funcionamento normal, sendo que grande parte delas pretende discutir sobre a mobilização no decorrer do dia.

A paralisação foi decidida em assembleia geral dos professores na manhã desta terça-feira (1º) em Porto Alegre. A principal motivação da greve é o parcelamento dos salários dos servidores públicos estaduais. A diretora do 15º Núcleo do Cpers, Marli da Silva, participou das atividades na capital e adiantou que será realizada uma assembleia regional na quinta-feira pela manhã em Erechim, visando avaliação e encaminhamentos da mobilização.

Sobre a adesão das escolas, ela destacou que a quarta-feira deve ser dia de discussão com a comunidade escolar sobre os motivos da paralisação. “Mais uma vez o governo trata os servidores do executivo como responsáveis pela crise do Estado. Não cumpre leis. Não respeita a constituição estadual pagando os nossos salários o 13º salário atrasados e de forma parcelada. Apresenta projetos na Assembleia Legislativa de retirada de direitos e privatização dos serviços públicos”, pontuou, citando ainda como motivações para a greve o fechamento de escolas, de cursos de Educação para Jovens e Adultos, além da falta de professores e de funcionários em instituições de ensino.

Mobilização em Porto Alegre

A terça-feira foi de intensa mobilização na capital. “Queremos propor um desafio ao governador Sartori: abra as contas do governo. Podemos sentar e levar um economista, mas mostre as contas para nós. Prove que não tem dinheiro ou deixe de ser caloteiro, mentiroso, e pague o nosso salário em dia”, declarou a presidente do sindicato, Helenir Aguiar Schürer, durante a Assembleia Geral da entidade, em frente ao Palácio Piratini, na manhã de ontem”. A projeção do sindicato é de fortalecer as mobilizações em todo o Estado até sexta-feira, quando uma nova assembleia será realizada para definir sobre a continuidade da greve.

Até o momento o governo do Estado não se manifestou em relação à greve. Por meio da Assessoria de Comunicação, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), informou que a pasta só se pronunciará após ser informada oficialmente pelo Cpers sobre a greve e sobre as reinvindicações da categoria.

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